Nada como começar a semana a cantar, e dançar, ao som desta maravilhosa música...
Boa Semana ;)
segunda-feira, março 10, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
Chemical Brothers
Não sou grande fã de música de dança, techno, rave, e por ai fora. Mas os Chemical Brothers conseguem deixar-me sempre a bater o pé. Em The Test, a voz de Richard Ashcroft pelo meio das batidas dos Chemical Brothers tornam esta música inesquecível, e um must-have em qualquer Ipod deste País.
Neste segundo video, Let Forever Be, a magia vem toda de Michael Gondry (Eternal Sunshine of A Spotless Mind, The Science of Dreams, Be Kind Rewind). A sua realização, aliada ao fabuloso som dos Chemical Brothers, tornam esta música inesquecível.
In The Valley of Elah

Muitos poderão considerar este filme como mais um sobre o Iraque. In The Valley of Elah é muito mais que isso. Nele podemos ver as consequências de uma guerra inglória sobre os seus 'actores principais', os soldados; a dor de uma mãe que sofre com a perda; um pai que luta por descobrir mais sobre o seu filho; uma mulher que luta por ser tratada de maneira digna e igual aos seus colegas.
Para alguns, voltar a casa depois de uma guerra, pode ser a experiência mais dolorosa das suas vidas, e este filme explora perfeitamente o drama do stress pós-traumático, e de como essa doença pode afectar profundamente um ser humano.
O papel principal parece ter sido escrito de propósito para Tommy Lee Jones, tal é perfeição com que este desempenha o papel. Consegue transmitir a dor da perda de um filho sem qualquer tipo de manifestação física. Basta olhar para a cara dele e ver que é um homem abatido, gasto. Um homem que também presenciou uma guerra, e que por isso tornou-se frio, duro, mas não um homem sem sentimentos. E ao investigar o assassinato do seu filho, vai descobrindo que a guerra também o mudou. Não posso esquecer do papel desempenhado por Charlize Theron, algo discreto mas bastante eficaz. Os momentos de total silêncio no filme, como quando Susan Sarandon abraça-se ao marido depois de ver o corpo do filho, são únicos e perfeitos. E a mensagem transmitida nos últimos momentos do filme é uma critica profunda a uma guerra sem sentido.
Para alguns, voltar a casa depois de uma guerra, pode ser a experiência mais dolorosa das suas vidas, e este filme explora perfeitamente o drama do stress pós-traumático, e de como essa doença pode afectar profundamente um ser humano.
O papel principal parece ter sido escrito de propósito para Tommy Lee Jones, tal é perfeição com que este desempenha o papel. Consegue transmitir a dor da perda de um filho sem qualquer tipo de manifestação física. Basta olhar para a cara dele e ver que é um homem abatido, gasto. Um homem que também presenciou uma guerra, e que por isso tornou-se frio, duro, mas não um homem sem sentimentos. E ao investigar o assassinato do seu filho, vai descobrindo que a guerra também o mudou. Não posso esquecer do papel desempenhado por Charlize Theron, algo discreto mas bastante eficaz. Os momentos de total silêncio no filme, como quando Susan Sarandon abraça-se ao marido depois de ver o corpo do filho, são únicos e perfeitos. E a mensagem transmitida nos últimos momentos do filme é uma critica profunda a uma guerra sem sentido.
Paul Haggis consegue fazer magia, novamente, depois de ter realizado o aclamado Crash.
Pontuação: 8/10
Pontuação: 8/10
Awake
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Depois de Jumper, tenho que dizer que fui com um pé atrás ver mais um filme protagonizado por Hayden Christensen. A história parecia bastante interessante, mas também tinha achado isso de Jumper e olhem o que deu.
Mas desta vez saí do cinema satisfeito com o que tinha visto. Não estamos perante uma obra-prima, mas também não é tão mau quanto a pontuação em alguns sites de críticas faz transparecer. A história é consistente e bem apresentada, Hayden Christensen está uns bons furos acima do que em Jumper. A história tem um desenvolvimento esperado (para quem, como eu, viu o trailer), mas consegue surpreender lá para o final. Boas participações de Terrence Howard e Jessica Alba.
Basicamente, é um bom filme de fim-de-semana. Mas não perdem muito se verem este filme na sua edição DVD.
Pontuação: 7,3/10
Lost 4x06 - The Other Woman
quinta-feira, março 06, 2008
Estreias da Semana
Desculpem o atraso ;)

PARA SEMPRE, TALVEZ... - Definitely Maybe
Três relacionamentos. Três desastres. Uma última oportunidade. Will (Ryan Reynolds), um jovem pai, com 30 e tal anos, residente em Manhattan, que atravessa um processo de divórcio, fica surpreendido quando a sua filha de filha de 10 anos, Maya (Abigail Breslin), o começa a questionar sobre a sua vida antes do casamento. Maya quer saber absolutamente tudo sobre como os seus pais conheceram e apaixonaram. A história começa em 1992, quando o jovem Will, aspirante a politico se muda do Wisconsin para Nova Iorque, a fim de trabalhar na campanha presidencial. Para Maya, Will revive o seu passado como um jovem idealista em aprendizagem dos prós e contras da política na grande cidade, e conta-lhe a história dos seus relacionamentos românticos com três mulheres muito diferentes. Will tenta desesperadamente contar uma história mais ligeira à sua filha, e altera os nomes de modo que Maya tem de adivinhar quem é a mulher com a qual ele acabou por se casar. Será a sua mãe a namorada da universidade, a simpática Emily (Elizabeth Banks)? Ou será a amiga de longa data e confidente, a pouco interessada por política April (Isla Fisher)? Ou será a livre-espírito mas ambiciosa jornalista Summer (Rachel Weisz)? À medida que Maya junta as peças da misteriosa história de amor do seu pai, ela percebe que o amor não é assim tão simples ou fácil. E Maya irá também ajudar Will a compreender que, de facto, nunca é tarde demais para voltar atrás e encontrar um final feliz.

PARA SEMPRE, TALVEZ... - Definitely Maybe
Três relacionamentos. Três desastres. Uma última oportunidade. Will (Ryan Reynolds), um jovem pai, com 30 e tal anos, residente em Manhattan, que atravessa um processo de divórcio, fica surpreendido quando a sua filha de filha de 10 anos, Maya (Abigail Breslin), o começa a questionar sobre a sua vida antes do casamento. Maya quer saber absolutamente tudo sobre como os seus pais conheceram e apaixonaram. A história começa em 1992, quando o jovem Will, aspirante a politico se muda do Wisconsin para Nova Iorque, a fim de trabalhar na campanha presidencial. Para Maya, Will revive o seu passado como um jovem idealista em aprendizagem dos prós e contras da política na grande cidade, e conta-lhe a história dos seus relacionamentos românticos com três mulheres muito diferentes. Will tenta desesperadamente contar uma história mais ligeira à sua filha, e altera os nomes de modo que Maya tem de adivinhar quem é a mulher com a qual ele acabou por se casar. Será a sua mãe a namorada da universidade, a simpática Emily (Elizabeth Banks)? Ou será a amiga de longa data e confidente, a pouco interessada por política April (Isla Fisher)? Ou será a livre-espírito mas ambiciosa jornalista Summer (Rachel Weisz)? À medida que Maya junta as peças da misteriosa história de amor do seu pai, ela percebe que o amor não é assim tão simples ou fácil. E Maya irá também ajudar Will a compreender que, de facto, nunca é tarde demais para voltar atrás e encontrar um final feliz.
Unidas pelo sangue. Divididas pelo amor. Baseado no best-seller de Philippa Gregory, “The Other Boleyn Girl”, esta é uma fascinante e sensual história de intriga, romance e traição, tendo como pano de fundo um momento chave da História. Duas irmãs, Ana (Natalie Portman) e Maria (Scarlett Johansson) Bolena, são manipuladas pelos seus ambiciosos pai e tio para reforçar o poder e status da família, através da conquista dos favores do Rei de Inglaterra (Eric Bana). Abandonando a simplicidade da vida no campo, as duas irmãs entram na perigosa e excitante vida da corte – e, o que começara por ser uma iniciativa para ajudar a família, transforma-se numa rivalidade impiedosa entre Ana e Maria pelo amor do Rei. Inicialmente, Maria ganha os favores do Rei Henrique e torna-se sua amante, dando-lhe dois filhos ilegítimos. Mas Ana, esperta, intriguista e destemida, consegue afastar tanto a sua irmã como a mulher do Rei, a Rainha Catarina de Aragão, na sua incessante perseguição ao Rei. Embora os sentimentos de Maria por Henrique sejam genuínos, a sua irmã Ana tem os olhos postos no grande prémio – ela não descansará até ser Rainha de Inglaterra. Enquanto as irmãs Bolena lutam pelo amor do Rei - uma levada pela ambição, outra pela afeição genuína – a Inglaterra divide-se. Apesar das dramáticas consequências, as irmãs acabam por descobrir força e lealdade uma na outra e, para sempre, permanecem ligadas por um laço de sangue.
NA SOMBRA DO CAÇADOR - The Hunting Party
“Na guerra o que vemos, e o que realmente aconteceu, são por vezes duas coisas distintas.” O Repórter Televisivo Simon Hunt (RICHARD GERE) e o operador de câmara, Duck (TERRENCE HOWARD, “Colisão”), trabalharam nas zonas de guerra mais quentes do mundo: da Bósnia ao Iraque, da Somália a El Salvador. Juntos evitaram balas, registaram relatórios incisivos e coleccionaram Emmys. Porém, num dia terrível, numa vila bósnia tudo muda. Durante uma transmissão, ao vivo, na televisão nacional, Simon tem um colapso. Depois desse momento, Duck é promovido e Simon, simplesmente, desaparece. Cinco anos mais tarde, Duck retorna a Sarajevo com um repórter novato, Benjamin (JESSE EISENBERG, “A Vila”) para cobrir o quinto aniversário do fim da guerra. Simon aparece, um fantasma do passado, com a promessa de um exclusivo mundial. E convence Duck que sabe o paradeiro do mais procurado criminoso de guerra da Bósnia, “The Fox.” Armados somente com falsa informação, Simon, Duck e Benjamin embarcam numa escura e perigosa missão que os leva pelas profundidades de território hostil. É o furo jornalístico de uma vida, mas viverão eles para o relatar?
Outras Estreias:
OS FALSIFICADORES - Die Fälscher
O PATINHO FEIO E EU - The Ugly Duckling and Me!
CARAMEL - Sukkar banat
segunda-feira, março 03, 2008
O Fim da New Line Cinema

A New Line Cinema vai deixar de ser um estúdio para se tornar uma unidade da Warner Bros.
Ao longo de seus 40 anos de existência, a New Line firmou-se como um dos principais estúdios independentes do cinema americano e alcançou o patamar dos grandes estúdios, estando por detrás de franchises caros e lucrativos como O Senhor dos Anéis, Austin Powers, Hora de Ponta e Sexta-Feira 13.
A New Line já fazia parte do grupo Time Warner, mas agora vai passar a operar como uma divisão da Warner, levando para o estúdio todo o seu catálogo e projectos em desenvolvimento. De acordo com a Variety, a New Line ainda continuará a produzir os seus próprios filmes, mas numa menor escala. As longas-metragens, mais caras, serão transferidos para a Warner - que também irá distribuir todos os títulos lançados pela New Line.
Os presidentes da New Line, Bob Shaye (que também fundou o estúdio) e Michael Lynne, decidiram abandonar os seus cargos. Especula-se que, com a mudança, cerca de 600 funcionários da New Line serão dispensados.
E com isto, O Hobbit passará a ter nova casa a partir de agora.
Amy Winehouse - Valerie
Enquanto muitos apostam nos anos de vida que resta a esta menina, eu vou aproveitando as pérolas que ela vai produzindo aqui e ali. Desta vez é esta maravilhosa participação no album de Mark Ronson, Version.
Lost 4x05 - The Constant

Sabemos à partida de que um episódio centrado no Desmond, é sempre sinónimo de qualidade. E a regra continua a aplicar-se. Grande episódio, muito esclarecedor e ao mesmo tempo muito enigmático. Sem dúvida alguma, o melhor episódio até ao momento. Desmond e Ben são, neste momento, as personagens mais interessantes na série. E ainda não vimos tudo...
Adoro o rumo que os autores de Lost, têm dado à série. O mistério continua bem presente, mas as revelações em relação a mistérios de temporadas passadas, são em catadupa. Isto faz da série, algo mais dinâmico, com mais acção, e por consequência, mais apelativo.
Lost 4x04 - Eggtown
domingo, março 02, 2008
Juno
Juno é um daqueles filmes que nos faz sair da sala de cinema com um sorriso na cara. É impossível ser indiferente a este filme. Podemos adorá-lo, podemos odiá-lo, mas de certeza que sentiremos algo ao vê-lo. Chegamos a um ponto em que já não sabemos se estamos a ver uma comédia ou um drama, se temos pena ou achamos graça a todas as peripécias que a protagonista vive.Por tudo isto, Juno é um daqueles filmes únicos, com pormenores maravilhosos, que poderemos recordar por muito tempo. As maravilhosas tiradas que Juno MacGuff (Ellen Page) tem ao longo do filme, muitas das vezes em forma de sarcasmo ou ironia, levam-nos numa espiral de puro entretenimento, aligeirando o tema principal da trama, a gravidez na adolescência. E este filme é um vencedor à partida pela maneira despreocupada com que retrata uma realidade bastante presente nos dias de hoje.
No que toca a representações, Ellen Page enche a tela. Ela é única, sarcástica, corajosa, determinada, simplesmente Juno. Maravilhosos, estão também J.K. Simmons( Mac MacGuff) e Allison Janney (Bren MacGuff), respectivamente Pai e Madrasta da protagonista. Estes são, provavelmente, os pais mais cool do cinema, apoiando a sua filha em todas os momentos. Não podia faltar também uma palavra para Michael Cera (Paulie Bleeker), o impensável pai da criança que Juno espera, e que tem um papel bastante cómico.
Sem dúvida um filme a não perder.
Pontuação: 8,8/10
P.S. - E que pena o Óscar não ter ido para as mãos de Ellen Page. Paciência, outras oportunidades surgirão.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Jumper

Hayden Christensen tem agora a tarefa durissima de se descolar da personagem que lhe deu fama, Anakin Skywalker/Darth Vader. E parece que tenta agarrar-se a tudo o que lhe aparece à frente para poder concretizar isso. Jumper consegue ter uma história interessante, original, mas que se vai perdendo à medida que o filme se desenrola. A história passa de original a enfadonha, torna-se banal e prevísivel, e o final 'grita' por uma sequela. Só espero que ninguem ouça.
O que também não ajuda nada ao filme são as fracas interpretações de Samuel L. Jackson e Rachel Bilson , onde a segunda ainda se agarra muito ao estilo de personagem que desempenhava em OC.
A pontuação é apenas justificada pela ideia original da história, assim como pelos efeitos especiais. Tudo o resto é banal.
Pontuação: 6,5/10
Propostas Musicais
Deixo-vos duas propostas músicas para este fim-de-semana. Duas meninas que, tenho a certeza, irão dar muito que falar este ano.
Beth Rowley - All my Life (o album de estreia, Little Dreamer ,sai a 26 de Maio)
Duffy - Rockferry (o album de estreia, Rockferry, sai a 3 de Março)
Beth Rowley - All my Life (o album de estreia, Little Dreamer ,sai a 26 de Maio)
Duffy - Rockferry (o album de estreia, Rockferry, sai a 3 de Março)
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Estreias da Semana

PENELOPE - Penelope
Penelope é um mágico conto de fadas, dos dias de hoje, sobre o amor e como aceitar-nos a nós próprios. Penelope Wilhern (Christina Ricci) é filha de colunáveis ricos e atormentados por uma maldição secreta de família que transforma a sua cara na de um porco. Mas há uma esperança. De acordo com o saber da família, a maldição pode ser quebrada quando ela for amada por alguém semelhante. Saída para o mundo pela primeira vez, Penelope é apanhada com o seu cachecol para baixo e transforma-se num espectáculo para os tablóides. Exposta, ela é forçada a questionar-se sobre o que significa ser diferente - e o que significa ser amada.

ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS - No Country For Old Men
A história começa quando Llewelyn Moss (BROLIN) descobre uma pickup guardada por um grupo de mortos. Um carregamento de heroína e dois milhões de dólares em dinheiro vivo estão ainda na caixa aberta da carrinha. Quando Moss leva consigo o dinheiro, despoleta uma reacção em cadeia de catastrófica violência, que nem mesmo a lei – na pessoa do idoso e desiludido Xerife Bell (JONES) – consegue travar. À medida que Moss procura escapar aos seus perseguidores – em particular a uma misteriosa personagem que atira a moeda ao ar para decidir se poupa ou não uma vida (BARDEM) – o filme simultaneamente desmonta o género do crime dramático americano e alarga os seus interesses para abordar temas tão antigos como a Bíblia e tão sanguinariamente contemporâneos como os cabeçalhos desta manhã.
ACORDADO - AwakeTodos os anos, 20 milhões de pessoas são submetidas a anestesias relacionadas com intervenções médicas. Uma em cada 500 permanece acordada durante toda a operação. Para um jovem homem que tem tudo – dinheiro, recém-casado com uma lindíssima mulher (Jessica Alba) e uma carreira lucrativa – o que Clay Beresford (Hayden Christensen), o herdeiro de um banqueiro, precisa, mais do que tudo, é um transplante de coração que irá salvar-lhe a vida. Tendo sido encontrado um dador, a sua alegria transforma-se em puro terror quando ele se vê numa situação que poucos se atreveriam a imaginar: é deixado completamente alerta durante a cirurgia. Após a anestesia, embora paralisado, está perfeitamente consciente do que se passa à sua volta. Neste thriller, baseado num fenómeno médico assustador, tudo torna-se sinistro quando a negligência médica começa a ter contornos muito parecidos com um homicídio. Como te sentirias se estivesses acordado?
Outras Estreias:
DIÁRIO DE UMA NANNY - The Nanny Dairies
SEDA - Silk
GARAGE - Garage
Fonte @ 7ªArte
terça-feira, fevereiro 26, 2008
P.S. I Love You

Antes da ida a Londres tive a oportunidade de ir ver esta Drama Romântico. É um filme interessante com uma história que considero algo original. Um bom entretenimento para uma tarde de fim-de-semana, excepto para as almas mais sensiveis (e choronas). Representações competentes de Hillary Swank e Gerard Buttler. De resto, nada mais sobressai neste filme.
Pontuação :6,7/10
The Fall
Este filme é um exemplo perfeito de como o capitalismo controla cegamente até a cultura que nos é permitido apreciar. É quase impensável que este filme está na prateleira desde 2006, altura em teve a sua estreia mundial no Festival de Cinema de Toronto, até aos dias de hoje. Em termos comercias, já estreou em Janeiro, na Rússia. E apesar de ser uma estreia muito limitada, está prometida para Março, a estreia desta obra-prima em terras do Tio Sam. Duvido seriamente é que chegue alguma vez a terras lusitanas.
Este filme, para mim, e tendo visto apenas o trailer, possui uma transcendência apenas comparável com The Fountain de Daren Aronofsky. Temos obra-prima.
Aqui fica o trailer:
Este filme, para mim, e tendo visto apenas o trailer, possui uma transcendência apenas comparável com The Fountain de Daren Aronofsky. Temos obra-prima.
Aqui fica o trailer:
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