terça-feira, janeiro 29, 2008

Charisma as Natural as Gravity by Chris Nolan




"Heath Ledger, 28, Actor

Best known for his haunting, Oscar-nominated performance as Ennis Del Mar, one of the gay cowboys in 2005 ' s "Brokeback Mountain," Ledger was a massive young talent on the cusp of greatness when he died last week in New York. The native Australian, who is survived by his 2-year-old daughter, Matilda, had recently finished work on this summer's "Batman" sequel, "The Dark Knight," in which he plays a villain, the Joker. Christopher Nolan, the film's director, shared these memories:

One night, as I'm standing on LaSalle Street in Chicago, trying to line up a shot for "The Dark Knight," a production assistant skateboards into my line of sight. Silently, I curse the moment that Heath first skated onto our set in full character makeup. I'd fretted about the reaction of Batman fans to a skateboarding Joker, but the actual result was a proliferation of skateboards among the younger crew members. If you'd asked those kids why they had chosen to bring their boards to work, they would have answered honestly that they didn't know. That's real charisma—as invisible and natural as gravity. That's what Heath had.

Heath was bursting with creativity. It was in his every gesture. He once told me that he liked to wait between jobs until he was creatively hungry. Until he needed it again. He brought that attitude to our set every day. There aren't many actors who can make you feel ashamed of how often you complain about doing the best job in the world. Heath was one of them.

One time he and another actor were shooting a complex scene. We had two days to shoot it, and at the end of the first day, they'd really found something and Heath was worried that he might not have it if we stopped. He wanted to carry on and finish. It's tough to ask the crew to work late when we all know there's plenty of time to finish the next day. But everyone seemed to understand that Heath had something special and that we had to capture it before it disappeared. Months later, I learned that as Heath left the set that night, he quietly thanked each crew member for working late. Quietly. Not trying to make a point, just grateful for the chance to create that they'd given him.

Those nights on the streets of Chicago were filled with stunts. These can be boring times for an actor, but Heath was fascinated, eagerly accepting our invitation to ride in the camera car as we chased vehicles through movie traffic—not just for the thrill ride, but to be a part of it. Of everything. He'd brought his laptop along in the car, and we had a high-speed screening of two of his works-in-progress: short films he'd made that were exciting and haunting. Their exuberance made me feel jaded and leaden. I've never felt as old as I did watching Heath explore his talents. That night I made him an offer—knowing he wouldn't take me up on it—that he should feel free to come by the set when he had a night off so he could see what we were up to.

When you get into the edit suite after shooting a movie, you feel a responsibility to an actor who has trusted you, and Heath gave us everything. As we started my cut, I would wonder about each take we chose, each trim we made. I would visualize the screening where we'd have to show him the finished film—sitting three or four rows behind him, watching the movements of his head for clues to what he was thinking about what we'd done with all that he'd given us. Now that screening will never be real. I see him every day in my edit suite. I study his face, his voice. And I miss him terribly.

Back on LaSalle Street, I turn to my assistant director and I tell him to clear the skateboarding kid out of my line of sight when I realize—it's Heath, woolly hat pulled low over his eyes, here on his night off to take me up on my offer. I can't help but smile." in Newsweek

Björk - I Have Seen It All



Enquanto arrumava a minha Dvdteca, deparei com esta pérola, Dancer in the Dark de Lars von Trier. Uma história maravilhosa, envolta num drama capaz de inquietar até o coração mais frio. Do filme, retiro esta cena maravilhosa...


sexta-feira, janeiro 25, 2008

Cloverfield - Crítica com Spoilers



Cloverfield insere-se num género que se achava explorado e arrumado na prateleira. É uma mistura de Blair Witch Project (a técnica de filmagem), com Godzilla (o tema), com o 11 de Setembro (o próprio mostro é uma personificação dos atentados às torres gémeas, mas obviamente numa escala muito maior). Alias, partes do drama vivido pelos protagonistas fazem lembrar as imagens horriveis que percorreram o mundo naquele dia 11 de Setembro. Um filme brilhante e cheio de pequenos detalhes, que irá deixar os mais fanáticos bem agarradinhos ao ecrã do computador, dispostos a descobrir todos os segredos escondidos nas imagens. Este sim, é o gozo que J. J. Abrams tira de tudo o que faz. É um projecto arrojado, algo só à altura do génio do criador de Lost.
O romance que se vive no filme, alimentado por supostas imagens antigas da cassete, e que foram sobrepostas pela gravação de todo o drama, serve para distrair o espectador de todo aquela destruição, mas também para justificar algumas partes do enredo. Muito bem colocadas e montadas, dando mais credibilidade a toda aquela filmagem 'amadora'.
Todo o hype criado à volta do filme, com os chamados sites virais, e a sonegação de informação à imprensa, aumentou o interesse e a curiosidade do espectador, e deixem-me que vos diga que não irão sair de lá defraudados.
E para já, tal como disse o realizador do filme, existe a possibilidade de aparecerem mais Cloverfields. Tudo por que podem ser 'encontradas' mais cassetes que tenham gravadas diferentes perspectivas da história.
Só um pequeno conselho, fiquem até ao fim dos créditos, com muita atenção....

Pontuação: 9,0/10

P.S.- O hype já voltou ao activo para a próxima obra de J. J. Abrams, que volta desta vez também no papel de realizador, em Star Trek XI. Visitem o site oficial , e comecem de novo o jogo.

Alterações

Desculpem-me as mudanças de layout do blog, mas o anterior estava-me a causar problemas com os videos que 'embebia' aqui no blog. Vou ter de voltar a um layout pré-definido do blogspot até encontrar um que me agrade e que não dê problemas.

Estreias da Semana

Realmente, um blog que fala de cinema e nem as estreias da semana são divulgadas. Que mau serviço. Felizmente, tenho 'clientes' simpáticos que vão dando sempre dicas para melhor o serviço aqui no estaminé.
Aqui ficam as estreias da semana em Portugal:




DETENÇÃO SECRETA - Rendition

Quando um egípcio, suspeito de terrorismo, “desaparece” dum avião de África para Washington, a sua mulher americana e um analista da CIA são apanhados no meio duma luta para assegurar a sua libertação duma prisão algures fora dos E.U.A.




DARJEELING LIMITED - The Darjeeling Limited

No filme de Wes Anderson “Darjeeling Limited” três irmãos norte-americanos, que não se falavam há um ano, lançam-se numa viagem de comboio através da Índia no intuito de se encontrarem a eles próprios e reatarem os laços familiares – tornarem-se novamente irmãos como eram antes. Porém, a sua “busca espiritual” desvia-se rapidamente do caminho proposto (por causa de acontecimentos envolvendo analgésicos ilegais, xarope indiano para a tosse e spray pimenta) e eles acabam por se ver abandonados no meio do deserto com onze malas de viagem, uma impressora e uma máquina de plastificar. Subitamente inicia-se uma nova viagem não planeada.




O COMBOIO DAS 3 E 10 - 3:10 to Yuma

Dan Evans (Christian Bale) é um homem honesto que sobreviveu à Guerra Civil com uma lesão na perna e uma pequena pensão. Contra as adversidades, Dan luta pelo seu terreno mas vai perdendo o respeito do seu filho adolescente – que vê nos bandidos e vilões a bravura que não vê no pai. Quando o implacável e lendário bandido Ben Wade (Russell Crowe) é capturado no seguimento de um assalto, Dan Evans voluntaria-se para ajudar um grupo a escoltar Ben até à cidade de Contention – de onde parte o comboio para Yuma, onde Ben será entregue à justiça e julgado. Os homens de Ben tudo farão para o tentar resgatar e, apesar de capturado, Ben é ainda uma ameaça letal. Confiante e astuto, Ben consegue explorar e tirar partido da mais ínfima fraqueza humana. Ben não vai perder uma oportunidade para fugir… ou se vingar daqueles que o querem entregar à justiça. Adivinha-se uma viagem infernal de três dias até ao comboio que parte para Yuma. O conceituado James Mangold (Walk the Line; Cop Land) coloca em lados opostos da lei os veteranos e multi-galardoados Russell Crowe e Christian Bale neste remake de um filme de 1957 baseado num conto de Elmore Leonard ao qual a crítica não tem poupado elogios.



O BANQUETE DO AMOR - Feast of Love

Do ilustre realizador vencedor de vários Óscares da Academia, Robert Benton (“Kramer contra Kramer”, “Um Lugar no Coração”), chega-nos uma ode caleidoscópica à vida e ao amor, com todas as suas facetas cómicas, sexuais, loucas e dolorosas, «O BANQUETE DO AMOR». Num café numa comunidade muito fechada no Oregon, o professor local e escritor Harry Stevenson (Morgan Freeman) assiste ao amor entre os residentes da cidade «a fazer das suas». Entre os jovens e os adultos, entre os pais e amantes, entre o doce e o bárbaro, entre os humanos e até os animais, Harry observa com reverência enquanto o amor engana, fere, devasta, inspira, com propositadas exigências e afecta profundamente as vidas de todos à sua volta – incluindo a sua própria vida. Desde o romântico e obstinado dono do café, Bradley (Greg Kinnear) que tem o hábito de procurar o amor em todos os sítios errados, incluindo na sua mulher Kathyrn (Selma Blair); à irritadiça agente imobiliária Diana (Radha Mitchell) que se deixou envolver com um homem casado (Billy Burke) com quem tem uma ligação inefável; à jovem e bela recém-chegada Chloe (Alexa Davalos) que desafia o destino ao namorar o perturbado Oscar (Toby Hemingway); ao próprio Harry, cuja adorada mulher (Jane Alexander) procura chegar até ele e passar por cima da sua grande dor após a perda de alguém muito próximo. Todas estas histórias se entrelaçam numa épica história de amor em que ninguém consegue evitar a tensão, a confusão, o prazer e fundamentalmente a compensação do feitiço inevitável do amor.



NOME DE CÓDIGO: CLOVERFIELD - Cloverfield

Cinco jovens de Nova Iorque organizam uma festa de despedida para um amigo, na mesma noite em que um monstro, do tamanho de um arranha-céus, arrasa a cidade. Visto da perspectiva da camara de vídeo destes, o filme é um testemunho da sua tentativa de sobreviver ao mais irreal e aterrorizador acontecimento das suas vidas.

Fonte @ 7ª Arte

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Get Smart



Ai está o trailer do filme Get Smart(Olho Vivo), com Steve Carell e Anne Hathaway. Como grande fã da série, esperava muito deste filme. Mas pelo que vi do trailer, não sei não...

Des'ree - Kissing You

Que dizer da música, ou mesmo do filme em que ela se insere, Romeu + Juliet. Algo dívino...

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Prémio Amigo Virtual


Oh para mim todo babado. Pois é, a Amorita decidiu premiar mais uma vez, o trengo* mais preguiçoso a sul do Tejo. ehehehe
Muito obrigado por esta distinção, sinto-me honrado e feliz por saber que existem pessoas malucas como tu, que têm paciência para ler o que eu escrevo por aqui. Essa é uma das grandes vantagens de ter criado este blog, a capacidade que este me deu de poder partilhar e discutir as minhas opiniões com outras pessoas. Como é óbvio devolvo-te este prémio porque também o mereces por inteiro.


(*) - Tenho que dismistificar isto do trengo antes que a minha 'clientela' pense que agora escrevo numa língua estrangeira. A expressão foi-me dada a conhecer pela nortenha Amorita e possui o seguinte significado:
Trengo - é um adjectivo. utilizado na zona do Grande Porto, significa "desajeitado", "pateta", "parolo".

"It is possible to provide security against other ills, but as far as death is concerned, we men live in a city without walls." - Epicurus

terça-feira, janeiro 22, 2008

Faleceu Heath Ledger




"O Actor Heath Ledger foi encontrado morto, no seu apartamento em Manhattan, esta terça-feira. Existe a possibilidade da morte do actor ter sido causada por overdose.

O actor australiano com 28 anos, estrela de filmes como Brokeback Mountain ou The Dark Knight, foi encontrado morto pela empregada no seu apartamento, segundo fontes policiais." in Reuters


São este tipo de noticias que nunca se gosta de dar, mas a vida é assim. É uma tristeza muito grande tendo em conta a qualidade e capacidade de representação que este actor possuia, além de ser um jovem. Um choque muito grande para todos os apaixonados da 7ª arte.

Óscares 2008




E ai estão as desejadas nomeações:


Best Actor


George Clooney - Michael Clayton

Daniel Day-Lewis - There Will Be Blood

Johnny Depp - Sweeney Todd

Tommy Lee Jones - In the Valley of Elah

Viggo Mortensen - Eastern Promises



Best Supporting Actor


Casey Affleck - The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford

Javier Bardem - No Country for Old Men

Philip Seymour Hoffman - Charlie Wilson's War

Hal Holbrook - Into the Wild

Tom Wilkinson - Michael Clayton



Best Actress


Cate Blanchett - Elizabeth: The Golden Age

Julie Christie - Away from Her

Marion Cotillard - La Vie en Rose

Laura Linney - The Savages

Ellen Page - Juno



Best Supporting Actress


Cate Blanchett - I'm Not There

Ruby Dee - American Gangster

Saoirse Ronan - Atonement

Amy Ryan - Gone Baby Gone

Tilda Swinton - Michael Clayton



Best Animated Feature


Persepolis

Ratatouille

Surf's Up



Achievement in Art Direction


American Gangster

Atonement

The Golden Compass

Sweeney Todd

There Will Be Blood



Achievement in cinematography


The Assassination of Jesse James

Atonement

The Diving Bell and the Butterfly

No Country for Old Men

There Will Be Blood



Achievement In Costume Design


Across the Universe

Atonement

Elizabeth: The Golden Age

La Vie en Rose

Sweeney Todd



Best Director


The Diving Bell and the Butterfly

Juno

Michael Clayton

No Country for Old Men

There Will Be Blood



Best Documentary Feature


No End in Sight

Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience

Sicko

Taxi to the Dark Side

War/Dance



Best Documentary Short


Freeheld

La Corona (The Crown)

Salim Baba

Sari's Mother



Achievement In Film Editing


The Bourne Ultimatum

The Diving Bell and the Butterfly

Into the Wild

No Country for Old Men

There Will Be Blood Best



Foreign Language Film


Beaufort Israel

The Counterfeiters Austria

Katyn Poland

Mongol Kazakhstan

12 Russia



Achievement in makeup


La Vie en Rose

Norbit

Pirates of the Caribbean: At World's End


Original score


Atonement

The Kite Runner

Michael Clayton

Ratatouille

3:10 to Yuma



Original Song


Falling Slowly - Once

Happy Working Song - Enchanted

Raise It Up - August Rush

So Close - Enchanted

That's How You Know - Enchanted



Film Of The Year


Atonement

Juno

Michael Clayton

No Country for Old Men

There Will Be Blood



Best Animated Short


I Met the Walrus

Madame Tutli-Putli

Szczerbowski Même Les Pigeons Vont au Paradis (Even Pigeons Go to Heaven)

My Love (Moya Lyubov)

Peter & the Wolf



Best Live Action Short


At Night

Il Supplente (The Substitute)

Le Mozart des Pickpockets (The Mozart of Pickpockets)

Tanghi Argentini

The Tonto Woman



Achievement In Sound Editing


The Bourne Ultimatum

No Country for Old Men

Ratatouille

There Will Be Blood

Transformers



Achievement In Sound Mixing


The Bourne Ultimatum

No Country for Old Men

Ratatouille

3:10 to Yuma

Transformers



Achievement In Visual Effects


The Golden Compass

Pirates of the Caribbean: At World's End

Transformers



Adapted Screenplay


Atonement, Screenplay by Christopher Hampton

Away from Her, Written by Sarah Polley

The Diving Bell and the Butterfly, Screenplay by Ronald Harwood

No Country for Old Men, Written for the screen by Joel Coen & Ethan Coen

There Will Be Blood, Written for the screen by Paul Thomas Anderson



Original Screenplay


Juno, Written by Diablo Cody

Lars and the Real Girl, Written by Nancy Oliver

Michael Clayton, Written by Tony Gilroy

Ratatouille, Screenplay by Brad Bird; Story by Jan Pinkava, Jim Capobianco, Brad Bird

The Savages, Written by Tamara Jenkin


Não se pode dizer que haja supresas, das boas claro, porque das más temos algumas, a começar pela não inclusão de Sweeney Todd para Melhor Filme e Tim Burton para Melhor Realizador. Quando o pessoal das estatuetas embirra com uma pessoa...vejam o caso do Martin Scorsese.

Bush by Oliver Stone

Isto promete...


"O cineasta norte-americano Oliver Stone anunciou que vai rodar um filme sobre a vida do actual presidente dos Estados Unidos da América, George W. Bush.

Em declarações prestadas a um jornal, o cineasta adiantou que pretende dar uma “visão dos corredores do poder, semelhante ao de Nixon (que também já filmou em 'Nixon'), para dar uma ideia do que significa estar na sua pele”.Oliver Stone considera-se um dramaturgo interessado pelas pessoas e diz ter simpatia por Bush enquanto ser humano, tal como diz ter por outros líderes mundiais, como Fidel Castro, Richard Nixon e Alexandre o Grande.“Serei o árbitro e quero realizar um retrato justo e verdadeiro deste homem”, garantiu o cineasta, de 61 anos, autor de vários filmes sobre a história recente dos EUA, nomeadamente: “Platoon”, em que aborda a guerra do Vietname; “Nixon”, que relata a demissão do presidente Richard Nixon, e “World Trade Center”, sobre os atentados de 11 de Setembro" in Correio Da Manhã

Nunca mais chega o fim do mês, por variadas razões, mas principalmente por esta...





Todd: No I had him!
His throat was there beneath my hand.
I had swear I had him!
His throat was there and now he'll never come again.
Mrs. Lovett: Easy now, hush love hush
I keep telling you -
Todd: When?
Mrs. Lovett: What’s your rush!?
Todd: Why do I wait?
You told me to wait -
Now he'll never come again.
There's a hole in the world like a great black pit
And it's filled with people who are filled with shit
And the vermin of the world inhabit it.
But not for long...
They all deserve to die.
Tell you why, Mrs. Lovett, tell you why.
Because in all of the whole human race
Mrs Lovett, there are two kinds of men and only two
There's the one they put in his proper place
And the one with his foot in the other one's face
Look at me, Mrs Lovett, look at you.
Now we all deserve to die
Tell you why, Mrs. Lovett, tell you why.
Because the lives of the wicked should be made brief
For the rest of us death will be a relief
We all deserve to die.
And I'll never see Joanna
No I'll never hold my girl to me - finished!(shouted)
Alright! You sir, you sir, how about a shave?
Come and visit your good friend Sweeney.
You sir, you sir? Welcome to the grave.
I will have vengenance. I will have salvation.(shouted)
Who sir, you sir?
No one in the chair, come on! Come on!
Sweeney's waiting. I want you bleeders.
You sir - anybody.
Gentlemen don't be shy!
Not one man, no, no ten men.
Not a hundred can assuage me -
I will have you!
And I will get him back even as he gloats
In the meantime I'll practice on dishonorable throats.
And my Lucy lies in ashes
And I'll never see my girl again.
But the work waits!
I'm alive at last!
And I'm full of joy!
Video: Pretty Women + Epiphany
Letra: Epiphany

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Stark Trek

Nunca fui grande fã dos filmes, nem da série por sinal. Mas como o J. J. Abrams tem o dedinho nisto, vou andando com atenção às novidades. E a primeira ai está, o teaser trailer do próximo Star Trek.

P.S.- Desculpem a qualidade mas foi o que se arranjou para os lados do YouTube

Jonas Åkerlund

Algumas das melhores realizações musicas que vi até hoje estão a cargo deste senhor. Apesar de não ser muito conhecido, é da responsabilidade dele videoclips como Smack My Bitch Up - Prodigy, Beautiful Day - U2 ou Whiskey in the Jar - Metallica. De todos os trabalhos dele, destaco dois:

1º Confessions Tour - Madonna, Live to Tell



2º Try, a short film, no âmbito do videoclip realizado para os Smashing Pumpkins, Try, Try, Try.



O primeiro é marcante pela mensagem que carrega,e a prova de que a música é um veiculo perfeito para tentarmos mudar para melhor o mundo em que vivemos.
O segundo....bem, além de ter surgido de um videoclip da minha banda favorita (podem ver aqui), consegue ser tão comovente ao ver até onde pode descer um ser humano, apenas para conseguir aquilo que acha essencial à sua existência. Tudo é possivel e os sonhos apenas são ilusões para mascarar uma vida de pesadelo.

Charlie Wilson's War




Posso dizer que a sorte tem-me bafejado neste inicio de ano, no que a filmes toca. A última boa surpresa foi Charlie Wilson's War. Estamos perante um filme que retrata uma história tão rídicula e cómica que se torna triste. Triste pelas conhecidas consequências que dai surgiram.
Com este papel, Tom Hanks faz as pazes com os seus fans, depois do desastroso papel em The Da Vinci Code. É fenomenal a sua interpretação, assim como a de Philip Seymour Hoffman, um actor que tem vindo a crescer e que se tornou numa presença obrigatória estrelato de Hollywood. Uma realização irrepreensivel por parte de Mike Nichols (Closer, Angels in America). Um filme cheio de clichés, mas perfeitamente colocados, e que ajudam brilhantemente à ironia implicita em toda a trama. Julia Roberts também tem um regresso auspicioso, apesar da sua personagem ser um tanto ou quanto vaga. Uma comédia politica que se transforma num drama assim que damos conta do quanto tudo aquilo se parece a nossa realidade politica.


Pontuação: 7,5/10

Atonement



Numa altura em que os filmes de época parecem estar num declinio lento, surge-nos este Atonement. Uma história intrigante e algo original, na medida em que se desenrola em torno da antagonista, Briony Tallis. Briony, interpretada por três actrizes (Saoirse Ronan, Romola Garai e Vanessa Redgrave), vale pelo seu todo, desde a sua pré-adolescência até à sua velhice. Mas a intepretação de Vanessa Redgrave é a que mais se destaca, das três. Consegue representar uma Briony idosa, arrependida mas ao mesmo tempo fria e distante.
Outra grande representação é a de James McAvoy. Apenas conhecia o actor no papel de fauno em As Crónicas de Narnia, mas depois deste filme é certo que irei acompanhar de perto a carreira do actor. Para mim existe apenas uma pessoa que está completamente deslocada do filme, e essa pessoa chama-se Keira Knightley. Não me transmite absolutamente nada, no seu papel de Cecilia Tallis. Talvez Kate Winslet ou Natalie Portman teriam sido melhor escolha.
A fotografia é soberba, e a produção em torno da famosa cena da praia é brilhante. Aquele bocadinho consegue transmitir tanto com tão poucas falas. A banda-sonora também está irrepreensível, encaixando-se perfeitamente na acção.

Pontuação: 7,9/10

quinta-feira, janeiro 17, 2008

The Orphanage

Simplesmente assustador...



Uma produção de Guillermo del Toro (Labirinto de Fauno, HellBoy).

Saldos

Não existe melhor altura do que os saldos para comprar filmes de qualidade a preços bastante convidativos. As minhas ultimas aquisições foram:

Annie Hall



Considerado como o filme revelação de Woody Allen, "Annie Hall" ganhou quatro Óscares, incluindo Melhor Filme, e estabeleceu Allen como o principal autor/realizador.
Sendo para a maior parte dos críticos a melhor obra de Allen, "Annie Hall" confirmou que ele tinha "completado a jornada de cómico a humorista, de escritor de comédia a espirituoso (e) de realizador inovador a artista criativo" (Saturday Review).

Alvy Singer (Woody Allen), é um dos mais brilhantes comediantes de Manhattan, mas no que diz respeito ao amor, ele precisa de prática. Apresentado pelo seu melhor amigo, Rob (Tony Roberts), a uma divertida cantora de clube nocturno, Annie Hall (Diane Keaton), ele fica completamente apanhado, mas as suas inseguranças estragam a relação, forçando Annie a deixar Alvy por uma nova vida - e namorado (Paul Simon) - em Los Angeles.

Ao descobrir que poderá ter perdido Annie para sempre, Alvy está disposto a tudo - até conduzir nas auto-estradas de L.A. - para reconquistar a única coisa que sempre importou... o verdadeiro amor. - in Cineteka


Man on the Moon



Milos Forman, o realizador do inesquecível 'Voando Sobre Um Ninho de Cucos' e 'Amadeus', oferece-nos a incrível história de Andy Kufman, considerado um dos mais inovadores, excêntricos e enigmáticos artistas do seu tempo. Jim Carey (Mentiroso Compulsiva, O Melga) é Andy, numa brilhante interpretação deste mestre em manipular audiências, a quem tanto podia fazer rir às gargalhadas ou ficar num silêncio sepulcral, pô-las a chorar ou a causar tumultos. Um brilhante filme que nos oferece ainda Danny de Vito (LA Confidencial, O Poder da Justiça) e música dos REM. - in Dvdpt


O primeiro nunca tive o prazer de ver. Já o segundo, considero-o como a melhor intepretação de Jim Carrey, a par com a sua participação em Eternal Sunshine of a Spotless Mind.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

The Dark Knight...Again

O 'buzz' é tanto à volta de The Dark Knight que até quando alguém recebe material promocional, toca a espalhar a boa nova. O alguém é nada mais nada menos que John Mayer, o músico. Mas isso esquece-se após ver o 'material' propriamente dito. Epá, com a quantidade de posts que aqui deixei sobre o The Dark Knight também já merecia material promocional do filme.