quinta-feira, setembro 17, 2009
Os 10 melhores filmes de 1999




quarta-feira, setembro 16, 2009
Os 10 melhores albums de 1999
Assim sendo, a 8ª escolha recai sobre o grande album Midnight Vultures de Beck. Apesar de não ser tão espectacular como Odelay, Midnight Vultures ganhou o seu espaço tendo mesmo sido nomeado para o Grammy de Melhor Album desse ano.
Aqui fica o primeiro single do album, Sexx Laws:
On How Life Is da maravilhosa Macy Gray é a minha penúltima escolha para o top. O seu maravilhoso 'recheio' Soul misturado com a voz única de Macy, fazem deste album um dos imperdíveis de 1999. Aqui fica o conhecidissimo single I Try:
Para fechar o top dos 10 melhores albums de 1999, aqui fica a minha última escolha, Head Music dos Suede. Este foi o aproximar dos Suede ás sonoridades mais electrónicas, dando origem a musicas mais melodiosas, sem nunca esquecer o seu passado rock pop. Deixo-vos um dos singles do album, She's in Fashion:
Existem muitos mais albums de 1999 que poderia destacar, mas estes são aqueles que, para mim, mais se destacaram nesse ano. A ordem da apresentação das escolhas foi aleatória.
Os 10 melhores albums de 1999
O grande trunfo deste album é a qualidade das colaborações entre Santana e outros músicos, entre eles Dave Mathews, Rob Thomas, Lauryn Hill, Eric Clapton. De todas as músicas destaco especialmente a colaboração entre Santana e Dave Mathews. Aqui fica Love of My Life.
terça-feira, setembro 15, 2009
The Beatles : Rock Band
Patrick Swayze

Em Fevereiro de 2008 a doença foi-lhe diagnosticada e a sua esperança de vida ficou reduzida a dois anos.
Ao mesmo tempo que se sujeitava aos tratamentos do cancro, o actor ainda gravou a série televisiva 'The Beast', o seu último papel na televisão, onde interpretou o papel do agente do FBI Charles Barker durante 13 episódios.
Na primeira entrevista concedida à televisão depois de conhecer o seu estado de saúde, Patrick Swayze confessou à jornalista Barbara Walters, da ABC, 'estar a passar por um inferno. Estou assustado, cansado e pergunto-me porquê a mim?'. Durante a entrevista o actor reconheceu ainda que as suas expectativas de vida poderiam não ir alem de dois anos, tempo que não se chegou a cumprir já que faleceu ano e meio depois de conhecer a doença.
O actor de filmes como ‘Dirty Dancing - Dança Comigo' e ‘Ghost - O Espírito do Amor’ (1990) foi casado durante trinta anos com Lisa Niemi, mas nunca chegou a ter filhos.
Nascido a 18 de Agosto de 1952, em Houston, no estado do Texas, Patrick Swayze estreou-se no cinema com o filme 'Shatetown' em 1979 e na televisão com a série 'North and South' em 1985" - in Correio da Manhã
segunda-feira, setembro 14, 2009
Mr. Nobody
Pearl Jam - Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Prometi á muitos posts atrás que contaria a história do nome deste meu cantinho. A verdade é que surgiu devido a uma gaffe minha.
Aquando da criação deste blog, andava com uma música de Pearl Jam na cabeça. Essa música era Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town. O engraçado disto tudo é que podia jurar que Eddie Vedder cantava Thoughts and Thoughts they fade.... Se calhar até cantou em alguma versão que apenas eu ouvi.... A verdade é que o refrão é um pouco diferente, como poderão comprovar no video abaixo. Assim surgiu o Thoughts and Thoughts, o meu blog.
I seem to recognize your face
Haunting, familiar, yet I can't seem to place it
Cannot find the candle of thought to light your name
Lifetimes are catching up with me
All these changes taking place, I wish I'd seen the place
But no one's ever taken me
Hearts and thoughts they fade, fade away...
Hearts and thoughts they fade, fade away...
I swear I recognize your breath
Memories like fingerprints are slowly raising
Me, you wouldn't recall, for I'm not my former
It's hard when, you're stuck upon the shelf
I changed by not changing at all, small town predicts my fate
Perhaps that's what no one wants to see
I just want to scream...hello...
My god its been so long, never dreamed you'd return
But now here you are, and here I am
Hearts and thoughts they fade...away...
Hearts and thoughts they fade, fade away...
Hearts and thoughts they fade, fade away...
Hearts and thoughts they fade...away
Hearts and thoughts they fade...away
domingo, setembro 13, 2009
Os 10 melhores albums de 1999
O album está recheado de grandes músicas, que se tornaram verdadeiros hinos para os apreciadores deste género musical. Conta com a participação de Noel Gallagher, Jonathan Donahue dos Mercury Rev, entre outros. Como 'amostra' deste grande album deixo-vos Let Forever Be, video realizado pelo grande Michel Gondry (Eternal Sunshine of a Spotless Mind, The Science of Sleep, Be Kind Rewind), onde o mesmo usou técnicas inovadoras de filmagem. Aqui fica:
sexta-feira, setembro 11, 2009
Os 10 melhores albums de 1999
No que toca a Post Orgasmic Chill, este é um album repleto de baladas rock com laivos de electrónica. Pode-se dizer que os Skunk fecharam com chave de ouro uma parte da sua existência, e um ano repleto de grandes albums. Aqui fica Secretly:
quinta-feira, setembro 10, 2009
quarta-feira, setembro 09, 2009
Os 10 melhores albums de 1999
Aqui fica Save Me...
terça-feira, setembro 08, 2009
Os 10 melhores albums de 1999
Apesar de um início tímido nas vendas, Play acabou por tornar-se no que é hoje, o melhor album de Moby. Para terem uma ideia do sucesso que Play alcançou, todas as músicas do album foram 'cedidas' para filmes, séries, publicidade e outros.
Sucesso comercial nunca é sinónimo de qualidade, porém este album conjuga na perfeição as duas coisas. Aqui fica um dos singles, Porcelain:
segunda-feira, setembro 07, 2009
Os 10 melhores albums de 1999
Aqui ficam as primeiras duas escolhas:
David Bowie - hours...
Este album marca a viragem do 'camaleão' ao estilo neoclássico, e à descolagem do estilo que o influenciou durante a maior parte dos anos 90, a electrónica. Um album sem dúvida marcante.
Aqui fica o primeiro single do mesmo, Thursday's Child:
Fiona Apple - When The Pawn...
O título do album, na sua verdadeira extensão é When the Pawn Hits the Conflicts He Thinks like a King What He Knows Throws the Blows When He Goes to the Fight and He'll Win the Whole Thing Fore He Enters the Ring There's No Body to Batter When Your Mind Is Your Might So When You Go Solo, You Hold Your Own Hand and Remember That Depth Is the Greatest of Heights and If You Know Where You Stand, Then You'll Know Where to Land and If You Fall It Won't Matter, Cuz You Know That You're Right. Só isto valeu-lhe um espacinho no livro dos recordes durante 6 anos como o mais comprido título para um album.
Curiosidades à parte, este é um dos melhores albums de Fiona Apple e sem dúvida um dos melhores de 1999. Aqui fica o single Fast As You Can :
sábado, setembro 05, 2009
Freddie Mercury
sexta-feira, setembro 04, 2009
66º Festival de Cinema de Veneza

A 66ª edição do Festival de Cinema de Veneza começou esta quarta-feira, com o épico italiano «Baaria», de Giuseppe Tornatore, drama siciliano que retrata a II Guerra Mundial e o comunismo, descrito como um dos maiores filmes já produzidos no país.
A ilha de Lido abriga a edição 2009 do festival de cinema mais antigo do mundo e conseguiu atrair uma vez mais os grandes nomes do cinema como Jacques Rivette e Werver Herzog ou os cineastas franceses consagrados, Claire Denis e Patrice Chéreau.
Mas Veneza também aposta em grandes nomes de Hollywood. Matt Damon aparece em «The Informant», no papel de um informador desonesto de uma empresa, e Michael Moore levará ao festival «Capitalism: A Love Story», documentário que critica a cobiça das grandes empresas e analisa a actual recessão.
São esperados para se juntarem todos este nomes no tapete vermelho outras estrelas como Nicolas Cage, George Clooney, Oliver Stone, Charlize Theron, Eva Mendes, Richard Gere e Sylvester Stallone, que este ano será homenageado, entre outros.
O evento tem sido pressionado pela concorrência cada vez maior do festival de Toronto, que começa quando o de Veneza ainda não terminou.
«Marco Mueller apercebeu-se que este ano realmente precisa de uma programação forte, se não boa parte da imprensa internacional irá embora, o que seria um desastre», comentou Jay Weissberg, crítico especializado em cinema da revista «Variety», sobre a decisão do director do festival.
«Foi por isso que Marco inclui tantos títulos americanos, porque obviamente isso gera mais interesse da imprensa», acrescenta em comunicado.
Além dos problemas económicos, os temas dominantes deste ano incluem o horror, com «Survival of the Dead», de George Romero, e a animação, sob a forma de prémio para o criador de «Toy Story» e «Carros», John Lasseter. in IOL
quinta-feira, setembro 03, 2009
Up - Crítica

Talvez um dos filmes de animação mais tocantes de sempre, com uma maravilhosa história de amor e de amizade, protagonizada por um 'velhote' a quem a vida deixou de fazer sentido e um pequeno escuteiro em busca do amor de um pai ausente. Uma demonstração de que todos nós, independentemente da nossa idade, condição social, cor ou credo, somos membros válidos e úteis para uma sociedade cada vez mais anti-social.
Uma guideline muito tipíca da Disney brilhantemente adaptada pela Pixar, alias, cada vez mais se vai notando nos produtos da Pixar este tipo de história mais familiar (sem com isto querer depreciar a excelente qualidade dos produtos desta animation-house com provas dadas). Uma coisa é certa, se alguma coisa podemos apontar à Pixar é a sua incapacidade em produzir um mau filme.
A história está brilhantemente escrita, não sendo necessário referir a qualidade gráfica a que a Pixar já nos habituou.
Pontuação: 8.5/10
quarta-feira, setembro 02, 2009
segunda-feira, agosto 31, 2009
Disney compra Marvel

A Walt Disney anunciou hoje ter chegado a acordo para comprar a editora norte-americana Marvel Entertainment, cujas criações incluem "Homem-Aranha", "Homem de Ferro" e "X-Men", num negócio avaliado em quatro mil milhões de dólares, ou seja, 2,79 mil milhões de euros.
"Acreditamos que a junção da Marvel com o portfolio único de marcas da Disney irá criar oportunidades significativas para um crescimento a longo prazo e uma valorização das criações", afirmou o presidente executivo da Disney, Robert Iger. "Estamos muito satisfeitos por trazer este talento e estes activos valiosíssimos para a Disney".
Recorde-se que a Marvel, mítica editora de banda desenhada, publica há várias décadas grandes êxitos da banda desenhada como "Homem-Aranha", "Homem de Ferro", "X-Men", "Capitão América" ou o "Quarteto Fantástico", entre mais de cinco mil personagens.
Vários dos êxitos da Marvel já saltaram dos quadradinhos para o grande ecrã, com sequelas, sendo o "Homem-Aranha" o que melhor conquistou o cinema, com três filmes de sucesso.
O negócio prevê o pagamento de 30 dólares e 0,745 acções da Disney aos accionistas por cada acção da Marvel. in Expresso Online
sábado, agosto 29, 2009
Noel Gallagher deixa Oasis

quarta-feira, agosto 26, 2009
segunda-feira, agosto 24, 2009
quinta-feira, agosto 20, 2009
The Imaginarium of Doctor Parnassus
segunda-feira, agosto 17, 2009
The Reader - Crítica
Depois de me ter 'escapado' durante a sua estadia no grande ecrã, eis que surgiu a oportunidade de ver este filme no conforto do lar. O elemento mais apelativo deste filme, além do fabuloso elenco, é o da atribuição do Óscar para Melhor Actriz Principal a Kate Winslet.A história é um fabuloso retrato de como a adolescência é fulcral para a nossa identidade como adultos. Kate Winslet e David Kross, ou neste caso Hanna Schmitz e Michael Berg, partilham uma história de amor aquando da fase adolescente de Michael. A separação dá-se e Michael reencontra Hanna, anos mais tarde, após o reavivar do passado obscuro da protagonista. Com uma desesperante apatia, Michael assiste ao desmurunar de Hanna, impávido mas não sereno, sofrendo ele próprio com a sua inércia. Mais tarde e já na sua fase adulta, Ralph Fiennes, ou Michael Berg, sofre por Hanna sem nunca se conseguir aproximar e demostrar o forte amor que sente por ela.
A história é bastante pesada, tocando em temas bastante sensíveis. O elenco é bastante interessante com grandes interpretações, sendo que a de Kate Winslet é a que brilha mais no firmamento.
Tendo visto ambos os filmes em que a actriz foi nomeada para o Óscar, este e Revolutionary Road, The Reader é realmente aquele em que a actriz mais se destaca, merecendo por inteiro o prémio.
Pontuação: 8/10
P.S. - Voltei ao sistema de pontuação antigo pois acho impossível conseguir cotar um filme em apenas 5 graus. Quando temos uma cotação de 4 estrelas para dois filmes distintos, muitas vezes estamos a cair no erro de 'pôr tudo no mesmo saco' sobrevalorizando ou subvalorizando os filmes em questão. Assim, a pontuação ao estilo IMDB será a utilizada em críticas futuras.
sexta-feira, agosto 14, 2009
Les Paul

Um dos inventores da guitarra eléctrica e um dos pais do rock 'n' roll desaparece, aos 94 anos.
O norte-americano Les Paul, conhecido pela criação da guitarra eléctrica do mesmo nome, morreu esta Quinta-feira, 13 de Agosto, vítima de complicações provocadas por uma pneumonia.
De verdadeiro nome Lester William Polsfuss, o músico e inventor tinha 94 anos e faleceu num hospital do estado norte-americano de Nova Iorque.
O papel de Les Paul na história do rock, não só pela criação de uma das primeiras guitarras elétricas de corpo sólido como pela invenção do gravador multipistas e pelo desenvolvimento de vários efeitos de som, será certamente honrado, nos próximos dias, pelos muitos e ilustres fãs das suas guitarras.
Foi em 1952 que a Gibson começou a produzir a guitarra Les Paul, favorita de Jimmy Page, dos Led Zeppelin, Pete Townshend, dos The Who, ou Steve Howe dos Yes, entre muitos outros.
segunda-feira, julho 27, 2009
Morcheeba - Rome Wasn't Built In A Day
Boa semana ;)
sexta-feira, julho 24, 2009
Alice in Wonderland
The Cure - Close to Me
quinta-feira, julho 23, 2009
Blur - The Universal
quarta-feira, julho 22, 2009
quarta-feira, julho 15, 2009
Ice Age 3 : O Despertar dos Dinossauros - Crítica
As personagens mais 'geladas' da história do cinema de animação estão de volta, desta vez na companhia de mais 'amigos', e maiores por sinal!Tive o prazer de poder assistir o filme em 3D, e posso dizer que vale bem a pena o extra que se paga em relação ao preço da sessão tradicional.
Ao contrário de outros filmes de animação (como Shrek), este Ice Age continua na mó de cima sequela após sequela, com as já habituais trapalhadas da preguiça mais conhecida da 7ª arte. Como é óbvio não podia faltar as aventuras de Scrat na sua incessante caça à bolota, desta vez com uma concorrência muito atrevida. Um argumento muito bem construido, com uma animação cada vez melhor. Não podia faltar o louvor à dobragem portuguesa, que está cinco estrelas.
sexta-feira, junho 26, 2009
Michael Jackson: 1958-2009 - O Fim de uma Era

Os primeiros anos de vida artística de Michael, nascido em Gary, no Estado do Indiana, em 1958, não foram fáceis. O pai e líder do clã Jackson, Joseph, era extremamente severo e normalmente acompanhava os ensaios dos filhos com um cinto na mão. Joseph sabia que a sua ascensão da condição operária em que se encontrava dependia do talento dos filhos e por isso, desde a formação oficial do grupo em 1964, o trabalho duro era a única realidade conhecida por Michael e pelos irmãos.
Em 1966, os Jackson Brothers passaram a responder pelo nome de Jackson 5 e o papel de Michael tornou-se mais relevante quando conquistaram um prémio numa mostra de talentos e puderam alargar o seu raio de acção até à cidade de Chicago. As constantes digressões pelo "chitlin circuit" (as salas da costa este e do sul que aceitavam artistas negros na época em que a segregação ainda se fazia sentir) renderam os seus dividendos quando em 1968 os Jackson 5 assinaram um contrato com a poderosa Motown de Berry Gordy. O sucesso chegou imediatamente.
Berry Gordy terá percebido desde logo que a sua nova contratação era especial. O segredo da Motown até aí assentava na ideia de linha de montagem, com especialistas para as fases de escrita, orquestração, produção e execução dos temas a trabalharem para que o produto final se destacasse. Para tratar especialmente dos Jackson 5, Gordy criou A Corporação, uma equipa de que faziam parte ele mesmo, Freddie Perren (que haveria de escrever êxitos para os Sylvers e Gloria Gaynor, entre outros), Deke Richards (que assinou hits das Supremes e Martha & The Vandellas) e Alphonso Mizell (parte dos Mizell Brothers, grandes responsáveis pela definição do som da década de 70 com as suas clássicas produções para gente como Donald Byrd e Bobbi Humphrey, na Blue Note).
O resultado da junção de tais talentos criativos foi devastador: os primeiros quatro singles dos Jackson 5 chegaram todos ao primeiro lugar das tabelas - "I Want You Back", "ABC", "The Love You Save" e "I'll Be There" são quatro impressionantes clássicos que serviram de pilar a uma progressão absolutamente incrível da carreira dos Jackson 5 e sobretudo de Michael Jackson. Em 1971, apenas um ano depois de "I'll Be There", Michael estreava-se a solo com o álbum Got To Be There , a forma encontrada pela Motown para fazer concorrência directa à estreia a solo de um membro de uma outra família musical muito famosa - Danny Osmond, dos Osmonds. A história não deixa dúvidas sobre quem terá ganho essa disputa...
Ben , de 1972, foi o álbum seguinte de Michael, que se mantinha nos Jackson 5 ao mesmo tempo que impulsionava a sua carreira a solo. Music & Me , de 1973 , e Forever, Michael , de 1975, foram os dois últimos registos de Michael na Motown, com o apropriadamente intitulado Moving Violation , também de 75, a ser o derradeiro trabalho dos Jackson 5 para a mesma editora..
A Epic, selo discográfico mais tarde adquirido pelo gigante Sony, foi o passo seguinte dos irmãos Jackson que deixaram na casa de Berry Gordy não apenas a sua designação oficial - a partir de 76 os Jackson 5 passaram a ser conhecidos apenas por The Jacksons - mas também o segundo irmão mais carismático, Jermaine, que por ser casado com uma filha do patrão da Motown acabou por não acompanhar a família nessa "moving violation". Joseph Jackson, o pai, comentou o facto na época: "é o meu sangue que corre nas veias de Jermaine, não o de Berry Gordy."
Em 1978, Michael assumiu o papel do Espantalho na adaptação cinematográfica do espectáculo da Broadway "The Wiz", uma nova leitura do clássico "The Wonderful Wizard of Oz" de L. Frank Baum. Com um cast inteiramente afro-americano - que registava participações de Diana Ross e Richard Pryor - dirigido por Sidney Lumet, "The Wiz" contava com a participação de Quincy Jones nas orquestrações dos temas escritos por Charlie Smalls e Luther Vandross. O filme foi um tremendo falhanço de bilheteira e crítica, mas aproximou Quincy Jones e Michael Jackson que não tardariam a fazer história.
Michael e Quincy
Quincy Jones é uma verdadeira lenda. Nascido em 1933, em Chicago, aos 18 anos já tinha deixado claro que a música seria o seu futuro, quando aceitou levar o seu trompete em digressão com o lendário Lionel Hampton. Ainda na década de 50, Jones andou em digressão com Dizzy Gillespie e, em 1957, mudou-se para a mais permissiva Paris, onde estudou, entre outros, com Oliver Messiaen, um dos maiores compositores eruditos do século XX. No mesmo ano em que os Jackson 5 nasciam, 1964, Jones tornou-se no primeiro vice-presidente negro de uma grande companhia discográfica, mais propriamente da Mercury Records. Jones tinha passado por um mau bocado antes de chegar à Mercury e declarou à revista Musician que esse foi também um período de aprendizagem: "Nós tínhamos literalmente a melhor banda de jazz do planeta, mas mesmo assim passávamos fome. Foi então que descobri que existe a música e o negócio da música. Para sobreviver, tive que aprender a diferença entre os dois."
Pode dizer-se que Jones tornou-se um especialista nessa preciosa diferença e não tardou a aplicar esse talento na descoberta de fenómenos musicais: em 1963, Lesley Gore, descoberta por Quincy, chegou a número 1 com o clássico "It's My Party". Outra área em que Quincy se notabilizou foi a escrita para cinema e aí também foi pioneiro, pois não era terreno fértil para compositores negros. A convite de Sidney Lumet (o mesmo de "The Wiz"...), Quincy Jones assinou a banda sonora de "The Pawnbroker", a primeira de uma série de bandas sonoras clássicas com o seu carimbo, como "The Italian Job" ou "In the Heat of The Night", precursoras da explosão de talento negro nos grandes ecrãs com a Blaxploitation dos anos 70.
Quando Michael conheceu Quincy no set de "The Wiz" não teve dúvidas e convidou o produtor e orquestrador para trabalhar na sua estreia a solo no catálogo da Epic que levaria o título de Off The Wall.
Editado em finais de 1979, Off The Wall é produto de uma época em que a música negra atravessava um período de transformação. Os dias do disco sound estavam a chegar ao fim e a nova época trazia consigo a promessa de um funk mais angular apoiado nas novas tecnologias electrónicas. Richard Cook, no já citado artigo de capa da Wire, descreve Off The wall como "um passo em frente na carreira de Michael, da mesma forma que Music of My Mind tinha sido um passo em frente para esse outro menino-prodígio da Motown, Stevie Wonder, quase dez anos antes." Com Rod Temperton (músico e compositor britânico que fez parte dos Heatwave, o grupo multi-nacional - com americanos, ingleses, um espanhol, um checo e um jamaicano a bordo! - que obteve enorme sucesso com o clássico "Boogie Nights") de serviço, Quincy criou um álbum que definitivamente impôs Michael como o mais popular dos artistas negros da sua época, muito graças ao enorme impacto de temas como "Don't Stop Til You Get Enough" ou "Rock With You" que levaram Off the Wall a ter um comportamento de excepção na Billboard: 48 semanas no Top 20 que se traduziram em 20 milhões de cópias vendidas em todo o mundo!
Thriller
Em 1984, quando foram divulgadas as até então inéditas 12 nomeações do homem de Thriller para os Grammys, o New York Times escrevia que "no mundo da música pop há Michael Jackson de um lado e todas as outras pessoas do outro". O incrível dessa frase é que quando foi originalmente publicada não continha o mínimo exagero porque, de facto, Michael era um singular caso de sucesso e talento.
Gravado entre Abril e Novembro de 1982, Thriller contou com a colaboração de vários dos membros dos então líderes do rock mais adulto, os Toto, que nesse mesmo ano tinham visto a sua reputação aumentar graças ao enorme sucesso do tema "Africa" (impressionante obra-prima AOR!). Por esta altura, tudo indica que Quincy Jones já tinha dominado na perfeição a diferença entre música e negócio, conseguindo conjugar as duas faces da mesma moeda de forma absolutamente perfeita. Richard Cook escrevia em 1991 que "o que eleva este disco é a forma como Jackson ilumina os valores de produção absolutamente perfeitos de Jones com uma personalidade explosiva."
Ou seja, Thriller , pode dizer-se, é um disco sem falhas que traduz a sua época (ver caixa) ao mesmo tempo que antecipa o futuro numa produção absolutamente visionária encimada por uma interpretação de puro génio. "Billie Jean", "Beat It" ou "Thriller" são canções a todos os títulos perfeitas que Michael transformou em poderosos clássicos que teimosamente recusam a passagem do tempo: todos os anos saem para o mercado de djs bootlegs desses temas que provam a sua eterna vitalidade nas pistas de dança.
Em 1984, a Time Magazine descrevia Michael como "estrela de discos, rádio e vídeos rock. Uma equipa de um só homem capaz de salvar a indústria. Um escritor de canções que estabelece o ritmo para uma década. Um bailarino com os pés mais sofisticados da rua. Um cantor que atravessa todas as divisões de estilo, gosto e até cor. Michael Jackson, 25 anos de idade." Thriller era um álbum com 9 temas. Sete chegaram ao top 10 de singles. E isso tem que querer dizer alguma coisa. Sozinho, Thriller deu à indústria discográfica uma das melhores performances até à época. E também estabeleceu uma nova fasquia para o sucesso de um artista: em 84, John Branca, advogado de Michael, explicava à revista Time que o seu cliente tinha uma das mais altas percentagens de royalties do país que se traduziam em dois dólares por cada unidade vendida. Multiplicando esses dois dólares pelos 100 milhões de cópias vendidas é fácil perceber de onde veio a vida de luxo extremo levada por Michael a partir do rancho Neverland equipado com o seu próprio parque de diversões e zoo privado.
Thriller, 25 anos depois
Vinte e cinco anos passados sobre a edição de Thriller deixam claro que Michael nunca mais atingiu a fasquia desse álbum (apesar de haver momentos especiais em Bad , o álbum que marca a última colaboração com Quincy Jones, como são os casos de "Smooth Criminal" e "Man in the Mirror"), mas também que a pop nunca mais foi a mesma. Michael ajudou a transformar a pop num negócio global e, de certa forma, foi uma vítima dessa nova realidade, vendo a sua vida exposta nos media de todo o mundo. Homem profundamente perturbado, teve problemas com a lei devido ao seu relacionamento com menores que muitas testemunhas descreveram em tribunal ser pouco saudável, para usar um eufemismo. Também não lidou com a paternidade da melhor forma e o episódio do filho pendurado numa janela de hotel foi mais uma das manchas na sua vida. Desaparece agora deixando uma obra ímpar e colossal. E, pode dizer-se, com ele morre uma era.
Texto de Rui Miguel Abreu
Foto: Rita Carmo/Arquivo
ARTIGO ORIGINALMENTE PUBLICADO NA REVISTA BLITZ
quinta-feira, junho 25, 2009
Michael Jackson

domingo, junho 07, 2009
Tom Jobim & Elis Regina - Águas de Março
quinta-feira, junho 04, 2009
David Carradine

A morte do actor, 72 anos, foi confirmada pelo porta-voz da embaixada norte-americana que acrescentou que David Carradine terá morrido na quarta- feira à noite ou hoje de madrugada.
O sítio da Internet do jornal tailandês The Nation cita fontes não identificadas da polícia e noticia que o actor foi encontrado enforcado no seu luxuoso quarto de hotel, pelo que a hipótese de suicídio não está fora de questão.
Segundo a agência de notícias espanhola EFE, citando a ABC, o actor terá morrido de causas naturais.
David Carradine fazia parte de uma família famosa de actores de Hollywood que incluía o seu pais, o actor John Carradine, e o irmão Keith Carradine.
David Carradine integrou o elenco de mais de 100 filmes realizados por nomes como Martin Scorsese, Ingmar Bergman e Hal Ashby.
Foi porém a sua personagem de Kwai Chang Caine, um monge shaolin que atravessava a fronteira oeste dos Estados Unidos em 1800, na série televisiva "Kung Fu" que o tornou famoso entre 1972 e 1975.
Ele retomou esta personagem em meados dos anos 1980 num filme de TV e nos anos 1990 na série "KKung Fu: a lenda continua".
David Carradine voltou ao top mais recentemente quando interpretou Bill, no filme "King Bill" de Quentin Tarantino.
David Carradine, que nasceu a 08 de Dezembro de 1936 em Hollywood (Califórnia), tinha ainda um meio irmão, Robert Carradine.
Diário Digital / Lusa
quarta-feira, junho 03, 2009
Rita Redshoes - Choose Love
Star Trek - Crítica


sexta-feira, maio 29, 2009
quinta-feira, maio 28, 2009
terça-feira, maio 26, 2009
X-Men Origens: Wolverine - Crítica

domingo, maio 24, 2009
Cannes 2009

O português João Salaviza, de 25 anos, venceu a Palma de Ouro para Melhor Curta-Metragem. No festival de Cannes também se sagraram vencedores Charlotte Gainsbourg (Melhor Actriz em Antichrist), Christoph Waltz (Melhor Actor em Inglorious Basterds) e Brillante Mendoza (Melhor Realizador por Kinatay).
O Grande Prémio foi para Jacques Audiard por A Prophet. Lou Ye ganhou Melhor Argumento por Spring Fever.
Já reputada Palma de Ouro foi para Michael Haneke por The White Ribbon. Das Weisse Band, no título original, retratando estranhos rituais numa escola rural no norte da Alemanha na era pré-Primeira Guerra Mundial, foi igualmente eleito o Melhor Filme pelo júri da Fripesci (Federação Internacional de Críticos de Cinema).
Na categoria Un Certain Regard, foi eleito Politist, Adjectiv, do romeno Corneliu Porumboiu. Ainda nesta categoria, o prémio da Fundação Groupama Gan foi parar às mãos de Yorgos Lanthimos, por Dogtooth.
Duas distinções especiais foram entregues a ao filme que inaugurou o evento No Knows About Persian Cats, de Bahman Ghobadi, e Father of My Children, de Mia Hansen-LoveEntre os filmes exibidos na Quinzena dos Realizadores, o prémio foi para o drama Amreeka, de Cherien Dabis, em torno de uma mãe solteira imigrante vivendo em Illinois.
A Caméra d’Or coube a Samson et Delilah, de Warwick Thornton, neste certame que distinguiu, a título especial, Alain Renais. - Destak.pt
Harry Potter and The Half-Blood Prince
Lost 5x14-17

5x15 - Follow The Leader
terça-feira, maio 19, 2009
sexta-feira, maio 08, 2009
Propellerheads ft. Shirley Bassey - History Repeating
quinta-feira, maio 07, 2009
terça-feira, maio 05, 2009
Knocking on Heaven's Door - Antony and the Johnsons
Talvez a melhor versão que já ouvi desta música.
Bom resto de semana ;)
domingo, maio 03, 2009
quinta-feira, abril 30, 2009
Ornatos Violeta - Melhor Álbum Português dos últimos 15 Anos

O segundo álbum dos Ornatos Violeta, O Monstro Precisa de Amigos , é o grande vencedor da votação levada a cabo pela Antena 3, com o fim de apurar qual o melhor álbum português dos últimos 15 anos. Os ouvintes daquela estação, que ontem assinalou o seu 15º aniversário, deram vitória folgada à banda do Porto, que obteve mais do dobro dos votos do segundo classificado, Silence Becomes It , dos Silence 4. Em terceiro ficou Beatsound Loverboy , de Slimmy. Veja aqui a lista dos 15 discos mais votados pelos ouvintes da Antena 3, a partir de uma lista de 100 álbuns disponíveis no site da estação.
1. Ornatos Violeta - O Monstro Precisa de Amigos
2. Silence 4 - Silence Becomes It
3. Slimmy - Beatsound Loverboy
4. Mão Morta - Nus
5. Xutos & Pontapés - Ao Vivo na Antena 3
6. The Gift - Vinyl
7. Blasted Mechanism - Namasté
8. Da Weasel - Podes Fugir Mas Não Te Podes Esconder
9. David Fonseca - Dreams in Colour
10. Deolinda - Canção ao Lado
11. Humanos - Humanos
12. Pedro Abrunhosa & Bandemónio - Viagens
13. Moonspell - Memorial
14. Sam the Kid - Pratica(Mente)
15. Clã - Lustro
terça-feira, abril 28, 2009
Simone de Oliveira - Sol de Inverno
Sabe deus que eu quis
Contigo ser feliz
Viver ao sol do teu olhar,
Mais terno.
Morto o teu desejo
Vivo o meu desejo
Primavera em flor
Ao sol de inverno
Sonhos que sonhei
Onde estão
Horas que vivi
Quem as tem
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém.
Beijos que te dei
Onde estão
A quem foste dar
O que é meu
Vale mais não ter coração
Do que ter e não ter, como eu.
Eu em troca de nada
Dei tudo na vida
Bandeira vencida
Rasgada no chão,
Sou a data esquecida
A coisa perdida
Que vai a leilão.
Sonhos que sonhei
Onde estão
Horas que vivi
Quem as tem
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém.
Vivo de saudades, amor
A vida perdeu fulgor,
Como o sol de inverno
Não tenho calor.
domingo, abril 26, 2009
Lost - 5x09-13

quarta-feira, abril 22, 2009
The Verve - The Drugs Don't Work
terça-feira, abril 21, 2009
segunda-feira, abril 20, 2009
Desafio
Um dos anos em que mais discordei das escolhas da academia, foi o de 2007. A verdade é que o ano de 2006 brindou-nos com cinema do melhor, tornando a escolha dos vencedores muito mais dificil. Mesmo assim, e sem tirar mérito aos vencedores, penso que poderiam ter sido feitas melhores escolhas. Aqui fica as listas dos nomeados e vencedores, com a indicação de que eu acho que merecia levar a estatueta dourada para casa.
Os nomeados:
Martin Scorsese - The Departed
O vencedor: Martin Scorsese
A minha escolha: Alejandro González Iñárritu
Os nomeados:
O vencedor: Helen Mirren
A minha escolha: Penélope Cruz/Meryl Streep
Os nomeados:
O vencedor: Forest Whitaker
A minha escolha: Leonardo DiCaprio/Ryan Gosling
If There is a God/Stay - Smashing Pumpkins
Boa semana ;)
sexta-feira, abril 17, 2009
Ben E. King - Stand by Me
Bom fim-de-semana ;)
segunda-feira, abril 13, 2009
Propostas Cinematográficas
Moon
Extract
Public Enemies
The Brothers Bloom
domingo, abril 12, 2009
sexta-feira, abril 10, 2009
terça-feira, abril 07, 2009
segunda-feira, abril 06, 2009
sexta-feira, abril 03, 2009
terça-feira, março 31, 2009
segunda-feira, março 30, 2009
Clássicos para uma semana descomplicada
Peter Gabriel ft. Kate Bush - Don't Give Up
Youth Group - Forever Young (original dos Alphaville)
domingo, março 29, 2009
sábado, março 28, 2009
sexta-feira, março 27, 2009
Desafio
"Under their hierarchs in orders bright
quarta-feira, março 25, 2009
Where The Wild Things Are
Imperdível!
segunda-feira, março 23, 2009
sexta-feira, março 20, 2009
quinta-feira, março 19, 2009
Natasha Richardson

O pai de Natasha Richardson era o realizador Tony Richardson. Os avós maternos eram os actores Michael Redgrave e Rachel Kempson. A actriz Lynn Redgrave, com quem Richardson e a mãe contracenaram no filme de 2005 "A Condessa Branca", é uma das suas tias.
A sua carreira pode ter sido eclipsada pelos perfis do resto da família, mas Natasha Richardson era respeitada pela qualidade e versatilidade dos papéis que representou. Ganhou um Tony em 1998 por uma nova produção do musical "Cabaret" da Broadway, onde representava o papel da boémia Sally Bowles, e desempenhou inúmeros papéis no palco, na televisão e no grande ecrã.
Foi Blanche Du Bois em "Um Eléctrico Chamado Desejo" de Tennessee Williams, em 2005, e foi nomeada para um segundo Tony pela participação noutra reapresentação da Broadway, "Anna Christie", de Eugene O'Neill.
Na sua juventude, foi considerada uma das mais promissoras actrizes da sua geração e ganhou reputação de especialista em papéis dramáticos especialmente desafiadores.
O realizador Paul Schrader, que a dirigiu em vários filmes, disse um dia que havia nela "uma qualidade de mistério". "Podemos assistir [a uma representação sua] durante grande parte de duas horas e ainda pensar que nos vai trazer algo de novo."
Para além de ter entrado em "Patty Hearst" (1988) de Schrader, onde interpretava a herdeira raptada, e no thriller psicológico "The Confort of Strangers" (1990), do mesmo realizador, foi a estrela de dramas literários como "A Month in the Country" (1987), ao lado de Colin Firth, e "The Handmaid's Tale" (1990), com Robert Duvall.
O especialista em cinema David Kipen disse: "Richardson irradiava inteligência em tudo o que fazia. Provocou entusiasmo com Shakespeare, Tchekhov, O'Neill, Williams e Ibsen, e podia cantar, para além disso. Se o cinema nunca soube exactamente o que fazer com ela, isso parece-me mais falha do meio do que dela".
Natasha Jane Richardson nasceu em Londres a 11 de Maio de 1963. Estreou-se no palco com quatro anos, dirigida pelo pai, que morreu em 1991. O casamento dos pais acabara muito antes, na sua infância. Aos 17 anos, conseguiu entrar na Central School of Speech and Drama de Londres sem revelar o seu nome verdadeiro. Começou nos teatros de West End com uma produção de "A Gaivota", de Tchekhov, levada à cena em 1985 - a estrela era a sua mãe.
Foi uma forma ousada de começar a carreira, mas ela disse mais tarde ao jornal "The New York Times": "Se mergulhamos na parte funda, temos de nadar até à parte mais baixa, mas se saltamos na parte baixa, o fundo parece terrivelmente longínquo". Durante esta peça, começou uma relação com o produtor Robert Fox, com quem se viria a casar. Deixou-o para se casar com Neeson, com quem contracenou em "Anna Christie". Tiveram dois filhos." - in Público Online
quarta-feira, março 18, 2009
Millard Kaufman

A morte do guionista ocorreu no passado sábado, no hospital Cedars-Sinai de Los Angeles, mas só agora foi noticiada.
Kaufman foi duas vezes candidato a um Óscar pelos guiões de "Take the High Ground!" (1953) e "Bad Day at Black Rock" (1955).
Mr. Magoo, um milionário míope, a personagem de animação que lhe deu fama, apareceu pela primeira vez no cinema em "The Ragtime Bear" (1949), realizado por John Hubley.
Aos 90 anos, Kaufman publicou um romance, "Bowl of Cherries", e, nos últimos dois anos, teve ainda tempo para terminar outro, "Misadventure", que deverá estar nas livrarias no próximo Outono.
Dos guiões que escreveu para o cinema destacam-se ainda "Raintree County" (1957), "Never So Few" (1959), "The War Lord" (1965), "Living Free" (1972) e "The Klansman" (1974)." - in Expresso























