quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Estreias da Semana



VISTA PELA ÚLTIMA VEZ - Gone Baby Gone

"Todos procuram a verdade... até a encontrarem." Baseado num romance de Dennis Lehane (Mystic River), o filme conta a história de dois detectives privados que procuram uma menina de 4 anos, raptada no bairro mais degradado do submundo de Boston.







NO VALE DE ELAH - In The Valley Of Elah



«No Vale de Elah» conta a história de um veterano de Guerra (Tommy Lee Jones), a sua mulher (Susan Sarandon) e a busca de ambos pelo filho desaparecido, um soldado, recentemente regressado do Iraque, que desaparece misteriosamente, e da detective de polícia (Charlize Theron) que colabora nesta investigação. Paul Haggis realiza, a partir de um argumento original, inspirado numa história de Mark Boal e de Haggis.





JOHN RAMBO

Vinte anos após o último filme da série, “Rambo" (Sylvester Stallone) retirou-se para a Tailândia do Norte. Nas proximidades de Thai-Burma (Mynamar), a guerra civil com a maior duração da história da humanidade, o conflito Birmanês, vai já no seu 60.º ano. John Rambo, que agora vive uma vida solitária, simples, nas montanhas e nas selvas pescando, e caçando serpentes para retirar o seu veneno e o vender. Tudo muda quando missionários dos Direitos Humanos procuram o "guia americano do rio," John Rambo. Estes explicam-lhe que desde o ano passado, no troço até aos acampamentos dos refugiados, as forças armadas da Birmânia, colocaram minas ao longo da estrada tornando o percurso demasiado perigoso. Rambo guia-os através do rio Salween para que possam entregar medicamentos e alimentos à tribo de Karen. Menos de duas semanas mais tarde, o pastor Arthur Marsh (Ken Howard) encontra Rambo e diz-lhe que os trabalhadores da Ajuda Humanitária não retornaram e que as embaixadas nada fizeram para os encontrar. Embora o exército dos EUA o tenha treinado para ser um soldado super letal no Vietnam, décadas depois, a relutância de Rambo para a violência e o conflito são palpáveis, as suas cicatrizes desvaneceram-se mas continuam, contudo, visíveis. Entretanto, o guerreiro solitário sabe o que deve fazer... Sylvester Stallone escreve, realiza, produz e actua como JOHN RAMBO, filmado em e em torno de Chiang Mai, Tailândia. Contando ainda com as actuações de Julie Benz ("Dexter"), Matthew Marsden ("Resident Evil, A extinção, "Black Hawk Down""), Graham McTavish (HBO`s "Rome"), Rey Gallegos ("American Wedding"), Jake la Botz ("Ghost World"), Tim Kang ("Third Watch") e Paul Schulze ("The Sopranos"). JOHN RAMBO é produzido por Avi Lerner, Kevin King e por John Thompson. Os produtores executivos são Andreas Thiesmeyer, Avi Lerner, Josef Lautenschlager e Florian Lechner.
Outras Estreias:
TRÁFICO, BEM-VINDO À AMÉRICA - Trade
UMA CALOIRA. SETE PASPALHÕES - Sydney White

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Heath Ledger



"Mr. Heath Ledger died as the result of acute intoxication by the combined effects of oxycodone, hydrocodone, diazepam, temazepam, alprazolam, and doxylamine. We have concluded that the manner of death is accident, resulting from the abuse of prescription."
Fonte @ TMZ

"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela."
Fernando Pessoa


Ontem até parecia domingo ;). Bom resto de semana.


segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Tim Burton

Por estas imagens, e por muito mais, é que Tim Burton continua bem no topo do pedestral dos meus realizadores favoritos. Apenas ele consegue pôr duas personagens tão negras, num cenário tão colorido. E tão bem que ele fez isso, tanto neste filme, como também em Eduardo Mãos de Tesoura.

domingo, fevereiro 03, 2008


"Cada pessoa que passa na nossa vida, passa sozinha, porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa na nossa vida passa sozinha e não nos deixa sós porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Esta é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso."

Charles Chaplin



Boa Semana ;)

Prémios




A Anita decidiu mimar este blog com mais dois prémios. Vá lá que és uma trenguita muito simpática que visita aqui o cantinho, senão processava-te por andares a dizer que isto é um blog bom, e tal... Agora a sério, deixas-me sem palavras com tanto prémio, só tenho que te agradecer e retribuir os prémios, e agradecer-te por seres uma leitora tão assídua das minhas baboseiras ;)

sábado, fevereiro 02, 2008

Smashing Pumpkins - Mayonaise


fool enough to almost be it
cool enough to not quite see it
doomed
pick your pockets full of sorrow
and run away with me tomorrow
june

we'll try and ease the pain
but somehow we'll feel the same well,
no one knows where our secrets go

i send a heart to all my dearies
when your life is so, so dreary
dream
i'm rumored to the straight and narrow
while the harlots of my perils
scream

and i fail but when i can, i will
try to understand
that when i can, i will

mother weep the years i'm missing
all our time can't be given back
shut my mouth and strike the demons
that cursed you and your reasons
out of hand and out of season
out of love and out of feeling

so bad when i can, i will
words defy the plans
when i can, i will

fool enough to almost be it
and cool enough to not quite see it
and old enough to always feel this
always old, i'll always feel this
no more promise no more sorrow
no longer will i follow
can anybody hear me
i just want to be me
when i can, i will
try to understand
that when i can, i will

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Lost - 4ª Temporada



Aí está a estreia da 4ª Temporada de Lost. Simplesmente fenomenal. Mais mistérios a caminho. E se nas temporadas anteriores os flashbacks explicavam, por vezes, muitas coisas, agora vieram os flashfowards para baralhar ainda mais o enredo. Esta vai ser uma temporada do caraças...

Sweeney Todd



Tim Burton deve ser o único realizador capaz de me levar a ver todas as suas obras, ao cinema. Desta vez levou-me a ver este maravilhoso filme, Sweeney Todd - O Terrível Barbeiro de Fleet Street. E como era de esperar, não me desiludiu.
Burton é capaz de dar 'cor' até ao mais obscuro dos cenários. Mesmo que essas 'cores' sejam os cinzentos-escuro carregados, com que são pintadas as ruas de Londres do Séc. XIX, ou até mesmo as caras da dupla demoníaca Todd/Mrs. Lovett. Por entre estas cores obscuras, sobressai o vermelho, cor do sangue derramado pelas vitimas do terrível barbeiro, sedento de vingança.
E quem mais poderia encarnar este barbeiro, se não Johnny Depp! Brilhante. Consegue pegar na obscuridade que emprestou a Eduardo Mãos de Tesoura, despi-la de qualquer restia de inocência e compaixão, e em conjunto com Burton, dar à sua personagem e a todo o filme, algo completamente obscuro e tenebroso. É perfeita a sua actuação, como actor e como cantor, tendo-me surpreendido bastante por esta sua veia para a cantoria. A dupla que faz com Helena Bonham Carter, que desempenha o papel de Mrs. Lovett, é brilhante. Helena consegue ser doce, e ao mesmo tempo mesquinha, soturna, implacável. De resto, todo o elenco é fenomenal, não só representando bem os seus papéis, como também cantando maravilhosamente bem. Tenho, obviamente, que destacar Sacha Baron Cohen, no papel de Mr. Pirelli, e Laura Michelle Kelly, no papel de uma pedinte. Ambos com papéis pequenos, mas com uma participação gigantesca.
Dito isto, Tim Burton fez uma adaptação brilhante, do músical com o mesmo nome, dando-lhe o seu toque pessoal, conjugando os cenários negros, com o terror, a ironia e algum humor negro. Este é um filme a não perder.

Pontuação: 8,5/10

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Para Ti...

Esta é só para ti, porque sei que adoras esta música. E também porque, durante 8 maravilhosos anos, tens sido a luz que aquece o meu coração e me guia neste caminho cheio de obstáculos.



Sananda Matreya (a.k.a Terence Trent D'Arby) - Holding On To You

Estreias da Semana



SWEENEY TODD: O TERRÍVEL BARBEIRO DE FLEET STREET - Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street

Johnny Depp é o protagonista da adaptação cinematográfica de Tim Burton do thriller musical de Stephen Sondheim, “Sweeney Todd”, uma co-produção premiada da Warner Bros. Pictures e da DreamWorks Pictures.

Johnny Depp é Sweeney Todd, um homem injustamente condenado à prisão, que jura vingar-se não só do cruel castigo, mas também das consequências demolidoras que o mesmo teve na mulher e na filha. Quando regressa à barbearia para a reabrir, Sweeney Todd assume-se como o Terrível Barbeiro de Fleet Street, que “rapou a cabeça de cavalheiros de quem nunca mais se ouviu falar”.

Ao lado de Johnny Depp está Helena Bonham Carter, que dá corpo à Sra Lovett. Além de fabricar umas diabólicas empadas de carne, esta torna-se cúmplice amorosa de Sweeney. Alan Rickman é o pérfido Juiz Turpin, responsável pela injusta condenação de Sweeney, condenação esta que deu origem à sua sede de vingança. Beadle Bamford, o malvado assistente do Juiz, é protagonizado por Timothy Spall. Temos ainda o barbeiro rival, o espalhafatoso Signor Adolfo Pirelli, protagonizado por Sacha Baron Cohen, e Christopher Lee, no papel de fantasma cavalheiro. Completando o elenco, Jamie Campbell Bowen é Anthony, o jovem marinheiro, Jayne Wisener faz de Johanna, Laura Michelle Kelly é a mendiga, e a nova estrela Ed Sanders protagoniza Toby. As canções são todas cantadas pelos próprios actores, tendo tanto a música como a letra sido tirada do musical de Stephen Sondheim.

A lendária produção ganhou 8 Tony Awards incluindo o de Melhor Musical. A sua chocante mistura de macabro com o cómico e o dramático suportada pela banda-sonora ao estilo cinematográfico de Sondheim, já conheceu centenas de produções em todo o mundo, tendo sido a mais recente uma produção muito elogiada da Broadway. Outrora visto como controverso e vampiresco, “Sweeney Todd” é agora uma peça deliciosamente divertida.



SEDUÇÃO, CONSPIRAÇÃO - Lust, Caution

Do realizador galardoado pela Academia com «O Segredo de Brokeback Mountain» e «O Tigre e o Dragão (Crouching Tiger, Hidden Dragon)».

Um surpreendente thriller de espionagem sobre o destino do coração de uma vulgar mulher, baseado no conto da reverenciada autora chinesa Eileen Chang, com interpretações do ícone do cinema asiático, Tony Leung, juntamente com a jovem promessa Tang Wei.

Shanghai, 1942. A ocupação japonesa durante a Segunda Guerra Mundial continua em força nesta cidade chinesa. A Sra. Mak, uma mulher de sofisticação e recursos, entra num café, faz uma chamada telefónica e depois senta-se e aguarda. Ela recorda como começou a sua história alguns anos antes , em 1938 na China...

Ela não é de facto a Sra Mak, mas a tímida Wong Chia Chi (Tang Wei). Com a II Guerra Mundial a decorrer, Wong foi deixada para trás pelo seu pai o qual fugiu para Inglaterra. Como caloira na universidade, ela conhece o seu colega Kuang Yu Min (Wang Leehom). Kuang iniciou um grupo de teatro para incentivar o patriotismo. Como nova primeira-dama da trupe de teatro, Wong apercebe-se que descobriu a seu vocação: comover e inspirar a audiência – e Kuang. Ele persuade um grupo restrito de estudantes a desenvolver um plano ambicioso e radical para assassinar um colaborador japonês de topo, o Sr. Yee (Tony Leung). Cada estudante tem um papel; Wong será a Sra. Mak, e conquistará a confiança de Yee tornando-se amiga da sua mulher (Joan Chen) e depois atrairá o homem para um affair. Wong transforma-se radicalmente tanto exterior como interiormente, e a história decorre conforme o script – até uma inesperada reviravolta fatal.

Shanghai, 1941. Com a ocupação sem fim à vista, Wong – emigrada de Hong Kong – atravessa uma fase complicada na sua vida. Para sua grande surpresa, Kuang reaparece na sua vida. Agora parte da resistência organizada, ele alista-a para, de novo, se tornar na Sra. Mak, numa reposição da conspiração para matar Yee, que, como cabeça dos serviços secretos dos colaboracionistas, se tornou ainda mais uma peça chave no governo fantoche.

À medida que Wong recupera o seu antigo papel, e é atraída cada vez mais pela sua perigosa presa, ela descobre que sua própria identidade está a ser puxada até ao limite…



O LADO SELVAGEM - Into the Wild

Recentemente saído da Universidade, com um brilhante futuro à sua frente, Christopher McCandless (EMILE HIRSCH), um jovem de 22 anos, opta por prescindir da sua vida privilegiada e partir em busca de aventura. O que lhe acontece durante este percurso transforma este jovem vagabundo num símbolo de resistência para inúmeras pessoas.

Era Christopher McCandless um aventureiro heróico ou um idealista ingénuo, um Thoreau rebelde dos anos 90 ou mais um filho americano perdido, uma pessoa que tudo arriscava ou uma trágica figura que lutava com o precário balanço entre homem e natureza?

Cada etapa da sua viagem é retratada nesta adaptação de Sean Penn do aclamado best-seller de Jon Krakauer, «O LADO SELVAGEM», o qual é tanto sobre a insaciável ânsia por família, casa e ligações como sobre a busca pela verdade e felicidade.



ASTÉRIX NOS JOGOS OLÍMPICOS - Astérix aux jeux olympiques

Astérix e Obélix embarcam numa nova e hilariante aventura onde terão que vencer os Jogos Olímpicos para que o jovem gaulês, Apaixonadix, possa casar com a Princesa Irina e derrotar o terrível Brutus que está, ele também, pronto a usar todos os estratagemas para ganhar os Jogos Olímpicos e livrar-se do seu pai: Júlio César.

Astérix (Clovis Cornillac) - O nosso herói. O nosso pequeno grande homem. Musculado quando bebe a poção mágica, Astérix fica em grandes apuros quando é banido dos Jogos Olímpicos. Conseguirá ele, ainda, ganhar a Medalha de Ouro?

Obélix (Gérard Depardieu) - O companheiro de Astérix, Obélix adora uma boa refeição e uma boa luta. A queda na poção mágica quando criança deu-lhe uma força sobre-humana. Mas quando se junta à equipa Olímpica, ele tem dúvidas existenciais sobre o uso dos seus músculos.

Brutus (Benoît Poelvoorde) - Filho de César o seu desporto favorito é a tortura mas Brutus é menos bruto do que um cobarde, um vigarista e um idiota! As suas patéticas tentativas em cortejar a Princesa Irina, matar César e ganhar os Jogos Olímpicos atingem o ponto mais alto na corrida de carros romanos.

Princesa Irina (Vanessa Hessler) - é a filha do Rei Grego Topeloscabelos, que está destinada a ficar com Brutus mas está secretamente apaixonada por Apaixonadix. Nos jogos do amor, ela provará que é uma apoiante astuta dos nossos amigos Gauleses.

Apaixonadix (Stéphane Rousseau) - Este jovem ingénuo Gaulês, perdidamente apaixonado pela Princesa Irina, está empenhado em ganhar os Jogos Olímpicos para casar com ela. Porém, existe um problema: ele não é nenhum atleta!

Júlio César (Alain Delon) - A Grécia é dele, um presunçoso e arrogante Imperador Romano que manda nos Jogos. Repugnado pela presença dos Gauleses, na equipa Gaulesa-Romana, e do seu próprio filho, um falhado até quando tenta matá-lo.
César é um osso duro de roer.

Fonte@7ªArte

Pink Floyd - Confortably Numb

E por mais voltas que o mundo dê, caminhamos para um mundo onde somos apenas autómatos, executando as mesmas tarefas dia após dia, confortavelmente dormentes...

Status Quo - In The Army Now

É incrivel como este mundo dá voltas e voltas, e voltamos sempre ao mesmo lugar. Esta música é tão actual agora, como era quando foi lançada em 1986. Dá que pensar...

Freddy Krueger is back...



Pelos vistos o Freddy está desejoso de voltar a atormentar os sonhos de adolescentes desprevenidos. A New Line Cinema está em conversações com a produtora Platinum Dunes para reavivar a série Pesadelo em Elm Street. Esta produtora foi responsável pelo remake de The Texas Chainsaw Massacre e está já em fase adiantada de produção, o remake de Sexta-Feira 13.
O 'gore' está novamente na moda. Veremos se esta vaga de remakes fará justiça aos originais.

Be Kind Rewind

Michael Gondry tem mesmo azar. Não é que estava a projectar o trailer do seu novo filme, Be Kind Rewind, e por azar destrói a fita!! Que remédio tem ele senão filmar o trailer de novo, com o próprio no papel principal. ehehehe
Um trailer em linha com a história do filme, este senhor tem muita imaginação.

terça-feira, janeiro 29, 2008

Charisma as Natural as Gravity by Chris Nolan




"Heath Ledger, 28, Actor

Best known for his haunting, Oscar-nominated performance as Ennis Del Mar, one of the gay cowboys in 2005 ' s "Brokeback Mountain," Ledger was a massive young talent on the cusp of greatness when he died last week in New York. The native Australian, who is survived by his 2-year-old daughter, Matilda, had recently finished work on this summer's "Batman" sequel, "The Dark Knight," in which he plays a villain, the Joker. Christopher Nolan, the film's director, shared these memories:

One night, as I'm standing on LaSalle Street in Chicago, trying to line up a shot for "The Dark Knight," a production assistant skateboards into my line of sight. Silently, I curse the moment that Heath first skated onto our set in full character makeup. I'd fretted about the reaction of Batman fans to a skateboarding Joker, but the actual result was a proliferation of skateboards among the younger crew members. If you'd asked those kids why they had chosen to bring their boards to work, they would have answered honestly that they didn't know. That's real charisma—as invisible and natural as gravity. That's what Heath had.

Heath was bursting with creativity. It was in his every gesture. He once told me that he liked to wait between jobs until he was creatively hungry. Until he needed it again. He brought that attitude to our set every day. There aren't many actors who can make you feel ashamed of how often you complain about doing the best job in the world. Heath was one of them.

One time he and another actor were shooting a complex scene. We had two days to shoot it, and at the end of the first day, they'd really found something and Heath was worried that he might not have it if we stopped. He wanted to carry on and finish. It's tough to ask the crew to work late when we all know there's plenty of time to finish the next day. But everyone seemed to understand that Heath had something special and that we had to capture it before it disappeared. Months later, I learned that as Heath left the set that night, he quietly thanked each crew member for working late. Quietly. Not trying to make a point, just grateful for the chance to create that they'd given him.

Those nights on the streets of Chicago were filled with stunts. These can be boring times for an actor, but Heath was fascinated, eagerly accepting our invitation to ride in the camera car as we chased vehicles through movie traffic—not just for the thrill ride, but to be a part of it. Of everything. He'd brought his laptop along in the car, and we had a high-speed screening of two of his works-in-progress: short films he'd made that were exciting and haunting. Their exuberance made me feel jaded and leaden. I've never felt as old as I did watching Heath explore his talents. That night I made him an offer—knowing he wouldn't take me up on it—that he should feel free to come by the set when he had a night off so he could see what we were up to.

When you get into the edit suite after shooting a movie, you feel a responsibility to an actor who has trusted you, and Heath gave us everything. As we started my cut, I would wonder about each take we chose, each trim we made. I would visualize the screening where we'd have to show him the finished film—sitting three or four rows behind him, watching the movements of his head for clues to what he was thinking about what we'd done with all that he'd given us. Now that screening will never be real. I see him every day in my edit suite. I study his face, his voice. And I miss him terribly.

Back on LaSalle Street, I turn to my assistant director and I tell him to clear the skateboarding kid out of my line of sight when I realize—it's Heath, woolly hat pulled low over his eyes, here on his night off to take me up on my offer. I can't help but smile." in Newsweek

Björk - I Have Seen It All



Enquanto arrumava a minha Dvdteca, deparei com esta pérola, Dancer in the Dark de Lars von Trier. Uma história maravilhosa, envolta num drama capaz de inquietar até o coração mais frio. Do filme, retiro esta cena maravilhosa...


sexta-feira, janeiro 25, 2008

Cloverfield - Crítica com Spoilers



Cloverfield insere-se num género que se achava explorado e arrumado na prateleira. É uma mistura de Blair Witch Project (a técnica de filmagem), com Godzilla (o tema), com o 11 de Setembro (o próprio mostro é uma personificação dos atentados às torres gémeas, mas obviamente numa escala muito maior). Alias, partes do drama vivido pelos protagonistas fazem lembrar as imagens horriveis que percorreram o mundo naquele dia 11 de Setembro. Um filme brilhante e cheio de pequenos detalhes, que irá deixar os mais fanáticos bem agarradinhos ao ecrã do computador, dispostos a descobrir todos os segredos escondidos nas imagens. Este sim, é o gozo que J. J. Abrams tira de tudo o que faz. É um projecto arrojado, algo só à altura do génio do criador de Lost.
O romance que se vive no filme, alimentado por supostas imagens antigas da cassete, e que foram sobrepostas pela gravação de todo o drama, serve para distrair o espectador de todo aquela destruição, mas também para justificar algumas partes do enredo. Muito bem colocadas e montadas, dando mais credibilidade a toda aquela filmagem 'amadora'.
Todo o hype criado à volta do filme, com os chamados sites virais, e a sonegação de informação à imprensa, aumentou o interesse e a curiosidade do espectador, e deixem-me que vos diga que não irão sair de lá defraudados.
E para já, tal como disse o realizador do filme, existe a possibilidade de aparecerem mais Cloverfields. Tudo por que podem ser 'encontradas' mais cassetes que tenham gravadas diferentes perspectivas da história.
Só um pequeno conselho, fiquem até ao fim dos créditos, com muita atenção....

Pontuação: 9,0/10

P.S.- O hype já voltou ao activo para a próxima obra de J. J. Abrams, que volta desta vez também no papel de realizador, em Star Trek XI. Visitem o site oficial , e comecem de novo o jogo.

Alterações

Desculpem-me as mudanças de layout do blog, mas o anterior estava-me a causar problemas com os videos que 'embebia' aqui no blog. Vou ter de voltar a um layout pré-definido do blogspot até encontrar um que me agrade e que não dê problemas.